El libro Tempo de Balaio (2008) del geógrafo Carlos Augusto de Figueiredo Monteiro es el primer libro de una serie de cinco volúmenes. En el primer libro, el autor presenta una interpretación geográfica e histórica del Estado de Piauí, mientras que en los siguientes volúmenes se dedica a la historia de las cuatro generaciones de su familia, culminando con su migración a Río de Janeiro en los años 1940. Acompañados de dibujos de autor, los libros componen un cuadro general de la evolución de esa sociedad entre los siglos XIX y XX. Sin dejar de ser una lectura crítica, este artículo intenta comprender el argumento central del primer libro, Tempo de Balaio. Buscamos resaltar las innovaciones en el análisis, la belleza del texto y los problemas de método.
The book Tempo de Balaio (2008) by geographer Carlos Augusto de Figueiredo Monteiro is the first book in a set of five volumes. In the first book, the author presents a geographical and historical interpretation of the State of Piauí, while in the following volumes he devotes himself to the history of the four generations of his family, ending with their migration to Rio de Janeiro in the 1940s. Accompanied of authorial drawings, the books compose a general picture of the evolution of that society between the 19th and 20th centuries. Without ceasing to be a critical reading, this article tries to understand the central argument of the first book, Tempo de Balaio. We seek to highlight the innovations in analysis, the beauty of the text and the problems of method.
O livro Tempo de Balaio (2008) do geógrafo Carlos Augusto de Figueiredo Monteiro é o primeiro livro de um conjunto de cinco volumes. No primeiro livro, o autor apresenta uma interpretação ao mesmo tempo geográfica e histórica do Estado do Piauí, enquanto que nos volumes seguintes ele se consagra à história das quatro gerações de sua família, concluindo com sua migração ao Rio de Janeiro nos anos 1940. Acompanhados de desenhos autorais, os livros compõem um quadro geral da evolução daquela sociedade entre os séculos 19 e 20. Sem deixar de ser uma leitura crítica, o presente artigo tenta compreender a argumentação central do primeiro livro, Tempo de Balaio. Procura-se destacar as inovações na análise, a beleza do texto e os problemas de método de um geógrafo que encerra sua carreira.
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