Ayuda
Ir al contenido

Dialnet


Simbolismos étnicos afirmados através do matriarcado de mulheres negras de terreiros

    1. [1] Universidad Estatal del Sudoeste de Bahía

      Universidad Estatal del Sudoeste de Bahía

      Brasil

  • Localización: ODEERE, ISSN-e 2525-4715, Vol. 9, Nº. 2, 2024 (Ejemplar dedicado a: (Mayo/Ago.) Lenguajes Visuales y Cultura)
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Ethnic symbolisms affirmed through the matriarchy of black women from terreiros
    • Simbolismo étnico afirmado a través del matriarcado de las mujeres negras de los terreiros
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      En este artículo, aunque nos estemos centrando en la etnicidad como forma de organización social de las mujeres negras líderes de terreiros, a las que denominamos Matriarcas, nuestro propósito es pensar cómo se mantiene la tradición a través de los simbolismos étnicos. Entendemos los simbolismos étnicos como conocimientos y habilidades materiales e inmateriales, enseñados/aprendidos a través de narrativas míticas que generan símbolos tradicionales. Para nosotros, como estudiosos de los legados africanos, nos interesa pensar en el conocimiento de las tradiciones afrobrasileñas, especialmente de las mujeres que ejercen el Matriarcado en muchos terreiros. Estamos a falar de Matriarcado, correndo todos os possíveis riscos que este debate traz. Estamos usando Matriarcado para hablar de las mujeres, que nos remiten a narrativas negras referenciadas en sus saberes, mitos y símbolos transmitidos a través de cantos, danzas y rezos. Por lo tanto, las Matriarcas, en el movimiento realizado desde la "puerta hacia dentro", mantienen las tradiciones reflejadas en el conocimiento de los simbolismos étnicos ancestrales sobre lo femenino. Desde el "exterior", como líderes religiosas, sociales y culturales, luchan contra la discriminación sexista y racial. 

    • português

      Neste artigo, embora estejamos focadas na etnicidade como forma de organização social de mulheres negras, lideranças de terreiro, que estamos chamando de Matriarcas, nosso propósito é pensar sobre como a tradição é mantida pelos simbolismos étnicos. Entendemos simbolismos étnicos, como saberes e fazeres materiais e imateriais, ensinados/aprendidos através de narrativas míticas geradoras de símbolos tradicionais e que para nós, como estudiosas dos legados africanos, nos interessa pensar sobre os conhecimentos das tradições afro-brasileiras, em especial, das mulheres que exercem o Matriarcado em muitos terreiros. Estamos falando em Matriarcado, correndo todos os possíveis riscos que esse debate traz. Estamos tomando Matriarcado para falar de mulheres, que nos aponta narrativas negras referenciadas em seus saberes, mitos e símbolos transmitidos por meio de cantigas, danças, rezas. Portanto, as Matriarcas, no movimento feito da “porteira para dentro”, mantêm as tradições refletidas nos saberes dos simbolismos étnicos ancestrais a respeito do feminino.  Da “porteira para fora”, como liderança religiosa, social e cultural, lutam contra as discriminações sexistas e raciais. Neste sentido, falar sobre o conhecimento da etnicidade que a Matriarca possui, a coloca no lugar de quem tem o conhecimento mais profundo da magia e do encantamento mobilizados pelo grupo étnico ao qual pertence.

    • English

      In this article, although we are focused on ethnicity as a form of social organization of black women, terreiro leaders, who we are calling Matriarchs, our purpose is to think about how tradition is maintained by ethnic symbolism. We understand ethnic symbolisms, as material and immaterial knowledge and practices, taught/learned through mythical narratives that generate traditional symbols and that for us, os scholars of African legacies, we are interested in thinking about the knowledge of Afro-Brazilian traditions, in particular, of women who exercise the Matriarchy in many terreiros. We are talking about Matriarchy, taking all the possible risks that this debate brings. We are taking matriarchy to talk about women, which points us to black narratives referenced in their knowledge, myths and symbols transmitted through songs, dances, prayers. Therefore, the Matriarchs, in the movement made from the “gate to the inside”, maintain the traditions reflected in the knowledge of ancestral ethnic symbolisms regarding the feminine. From the “gate out”, as religious, social and cultural leadership, they fight against sexist and racial discrimination.


Fundación Dialnet

Dialnet Plus

  • Más información sobre Dialnet Plus

Opciones de compartir

Opciones de entorno