Brasil
Este trabajo pretende analizar la implementación del Art. 26-A (Ley 9.394/96), en las escuelas públicas brasileñas, buscando contribuir a los debates sobre los desafíos que impiden la presencia o ausencia de la cultura africana, Afrobrasileñas e indígenas, en los currículos escolares. Analizamos cómo los pensamientos se transforman en prácticas de gubernamentalidad, en que la geopolítica se asocia con el biopoder, catalizando estrategias de control social. En este tema usamos lo concepto de colonialidad de lo poder para discutir las identidades demandadas y articuladas y como lo racismo estructural transita en sus varias dimensiones. La metodología pasa pela análisis de los artículos acerca de lo tema tomando las publicaciones de lo año de 2023, cuando la legislación se complete 20 años. La lectura conduce al pensamiento racial de algunos intelectuales sobre la formación social brasileña, concluyendo que en el espacio escolar se mantiene una práctica pedagógica de homogeneidad social y cultural. En él, el mito de la democracia racial sigue vigente como perspectiva histórico-cultural después de la abolición de la esclavitud, engendrando una geopolítica duradera, que se hace a través de la negación de las identidades en la vida escolar cotidiana y la preservación del orden social.
This work aims analyze the implementation of the Art. 26-A (Law 11.645/08), in the Brazilian public school, seeking to contribute with the debates on the challenges that prevent the presence or absence of African, Afro-Brazilian culture and indigenous, in school curricula. We analyze that thoughts are transformed into practices of governmentality for which the geopolitics associates to the biopower, catalyzing social control strategies. In this matter we use the concept of coloniality of power to discuss the identities demands and articulations, and how the structural racism transits in their various dimensions. Thus, the methodological path is going by analyses of articles about the theme, taking the publications from the 2023 year, when the legislation turns 20 years old. The reading leads to the racial thinking of some intellectuals about Brazilian social formation, concluding that a pedagogical practice of social and cultural homogeneity is maintained in the school space. In it, the myth of racial democracy is still in force as a historical-cultural perspective after the abolition of slavery, thus engendering long-lasting geopolitics, denying identities in school daily life, and preserving the social order.
Este trabalho pretende analisar a implementação do Art. 26-A (Lei 9394/96), na escola pública brasileira, buscando contribuir com os debates sobre os desafios que impedem a presença ou não da cultura africana, afro-brasileira e indígena, nos currículos escolares. Analisamos que os pensamentos se transformam em práticas de governamentalidade, para a qual a geopolítica associa-se ao biopoder, catalisando estratégias de controle social. Nesta questão, valemo-nos do conceito da colonialidade do poder para discutir as identidades demandadas e articuladas, e de como o racismo estrutural transita em suas várias dimensões. Assim, o percurso metodológico passa pela análise de artigos sobre o tema, tomando as publicações do ano de 2023, quando a legislação completa 20 anos. A leitura conduz ao pensamento racial de alguns intelectuais sobre a formação social brasileira, concluindo se manter uma prática pedagógica de homogeneidade social e cultural no espaço escolar. Nela, o mito da democracia racial está ainda vigorando como perspectiva histórico-cultural pós abolição da escravidão, engendrando assim uma geopolítica de longa duração, que se faz pela negação das identidades no cotidiano escolar e preservação da ordem social.
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