[1]
This article proposes that we shouldn't imagine ourselves condemned to an exclusive way of decoding reality, disregarding the others, and how psychedelics can help us open up to otherness. It begins with Nietzsche and his important break with the hegemony of rationality in Western thought, goes on to Mark Fisher, who proposes an acid communism, as opposed to capitalist realism, points to many possible metaphysics and ends with a case study in which we analyse, based on Kopenawa, the animism of the Yanomami: the relationship between their shamans and the spirits of the forest (xapiripë), mediated by the psychedelic yãkoana.
Este artigo sugere que não devemos nos imaginar condenados a uma forma exclusiva de decodificar a realidade, menosprezando as demais, e como os psicodélicos podem nos ajudar nessa abertura para a alteridade. Começa com Nietzsche e a sua importante quebra da hegemonia da racionalidade no pensamento ocidental, passa por Mark Fisher, que propõe um comunismo ácido, em contraposição ao realismo capitalista, aponta muitas metafísicas possíveis e termina com um estudo de caso em que analisamos, a partir de Kopenawa, o animismo dos yanomami: a relação entre seus xamãs e os espíritos da florestas (xapiripë), mediada pelo psicodélico yãkoana.
© 2001-2026 Fundación Dialnet · Todos los derechos reservados