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Este artículo examina el contraste entre la historia de las mujeres, influida por la Nueva Historia y los movimientos feministas, y las ideas de John Rawls en Una teoría de la justicia, centrándose en la dimensión familiar. Utiliza el conocimiento histórico para captar las especificidades de las experiencias vividas por las mujeres y, a partir de ahí, cuestionar el enfoque rawlsiano de la familia como institución responsable del desarrollo del sentido de la justicia. Teniendo en cuenta ciertos aspectos de la dinámica familiar y las estrategias políticas que se utilizan, podemos ver la relación entre la violencia cometida contra las mujeres y cuestiones relacionadas con la clase social y el racismo.
Este artigo aborda o contraste entre a história das mulheres, influenciada pela Nova História e pelos movimentos feministas, e as ideias de John Rawls em Uma Teoria da Justiça, focalizando a dimensão da família. Recorre ao saber histórico para apreender as especificidades das experiências vividas pelas mulheres para, a partir disso, questionar a abordagem rawlsiana sobre a família como instituição responsável pelo desenvolvimento do senso de justiça. Considerando certos aspectos da dinâmica familiar e das estratégias políticas que dela se utilizam, percebe-se a relação entre as violências cometidas contra as mulheres e questões ligadas à classe social e ao racismo.
This article addresses the contrast between women's history, influenced by New History and feminist movements, and John Rawls’s ideas in A Theory of Justice, focusing on the family dimension. This study uses historical knowledge to capture specificities of women's experiences and, based on those, to question the Rawlsian approach to family as an institution responsible for developing a sense of justice. Considering some family dynamics aspects and the political strategies that use those, the relationship between anti-women violence and issues concerning racism and social class is found.
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