[1]
Brasil
Se toma como referencia el lugar de los «arrojados fuera de la historia», orientándose por la desobediencia a la epistemología clásica occidental para proponer la construcción de una epistemología desde el contexto latinoamericano. Se realiza un ejercicio en busca de otros modos de pensar, no mediante la negación de la hegemonía del pensamiento occidental, sino a través de su destronamiento y posterior reubicación en el campo del debate, situándolo al mismo nivel. El ejercicio propuesto apunta a la posibilidad de la irrupción de otro lugar de conocimiento, aun tomando la trágica experiencia colonial como punto de referencia. El lugar de quienes quedaron fuera de la historia se defiende aquí como un espacio de creación y experimentación histórica que permitió otros modos de ser y vivir. Así, mediante el descentramiento del modelo hegemónico, se apuesta por la construcción de un espacio pluriversal en el que dichos otros modos puedan obtener reconocimiento en sus diversos ámbitos.
Toma-se por referência o lugar dos “arremessados para fora da história”, orientando-se pela desobediência à epistemologia clássica ocidental para propor a construção de uma epistemologia desde o contexto latino-americano. Se faz um exercício por procurar modos outros de pensar, não pela negação da hegemonia do pensamento ocidental, mas pelo seu destronamento e sua consequente relocalização no campo do debate, colocando-se lado a lado. O exercício proposto aponta para a possibilidade da irrupção de um lugar outro de conhecimento, ainda que tomando a trágica experiência colonial como ponto de referência. O lugar de quem ficou fora da história é defendido neste trabalho como espaço de criação e experimentação histórica que permitiu outros modos de ser e viver. Assim, pelo descentramento do modelo hegemônico, aposta-se na construção de um espaço pluriversal onde estes outros modos possam ganhar reconhecimento em seus diferentes campos.
This work takes as a reference point the position of those who were “cast out of history,” guided by a disobedience to classical Western epistemology to propose the construction of an epistemology from a Latin American context. It engages in an exercise of seeking alternative modes of thought—not by denying the hegemony of Western thinking, but by dethroning it and subsequently relocating it within the field of debate, placing it on equal footing. The proposed exercise points to the possibility of the emergence of another locus of knowledge, even when taking the tragic colonial experience as a point of reference. The position of those left outside of history is here defended as a space of historical creation and experimentation that allowed for other ways of being and living. Thus, by decentering the hegemonic model, the aim is to construct a pluriversal space in which these other modes can gain recognition in their various domains.
© 2001-2026 Fundación Dialnet · Todos los derechos reservados