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Literaturas Amefricanas: Precisamos cortar as raízes estruturais que sustentam o racismo

    1. [1] Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB)
  • Localización: Línguas & Letras, ISSN-e 1981-4755, ISSN 1517-7238, Vol. 25, Nº. 59, 2024 (Ejemplar dedicado a: ESCRITORAS IBERO-AMERICANAS: IDENTIDADES E MEMÓRIAS), págs. 1-23
  • Idioma: portugués
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  • Resumen
    • Este artigo tem como objetivo refletir sobre os traumas provenientes do colonialismo, racismo e a emergência de literaturas Amefricanas para o enfrentamento desses traumas, indo além do caráter ficcional ao trazer escritas decoloniais como a de Eliana Alves Cruz. Desse modo, diante dos conflitos provenientes do racismo sistêmico e a emergência de publicações de autoria negra na sociedade, se faz necessário se apropriar do termo Amefricanidade da feminista, antropóloga e intelectual Amefricana Lélia Gonzalez (1984a; 1988b). A literatura Amefricana emerge como um ato de intervenção em meio a discursos racistas e eurocêntricos que ecoam na contemporaneidade, afastando-se do caráter ficcional ao trazer testemunhos de minorias que sofrem do trauma histórico, assumindo seu lugar de legitimidade ao abarcar uma perspectiva decolonial, ao descolonizar pensamentos e a refletir sobre situações que estão interligadas com o eu externo e o eu interno. Para chegar ao objetivo pretendido, foram utilizados como aportes teóricos, Gonzalez (1984a; 1988b), Almeida (2018), Dalcastagnè (2012), Kilomba (2019), Hall (2006; 2009), Seligmman-Silva (2020), Fanon (2008), dentre outros.

         


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