Brasil
Pensar en el desarrollo del turismo se suele ver la acción de la iniciativa privada y / o pública. Sin embargo, es posible que existan otras formas de gestionar los elementos que componen la actividad turística para lograr un desarrollo más equilibrado entre las partes involucradas, como puede ocurrir al pensar en los bienes comunes. Por tanto, el objetivo general de este artículo fue analizar estudios que abordan el turismo y los bienes comunes. Se utilizado una revisión integradora con las palabras clave "commons" Y "turismo" en las bases de datos de Scopus y Web of Science, y "commons" Y "turismo" en SciELO. Después de la encuesta y selección por criterios de elegibilidad, se analizaron doce artículos. Entre los resultados, se observó: a) que el enfoque de los estudios recae en la gestión de recursos (common-pool resources) naturales del destino, mostrando un énfasis en los estudios de segunda generación del Commons, basados en Ostrom (1990); b) que la tragedia del tourist commons está más relacionada con la falta de los principios 4 y 5 de éxito del commons de Ostrom (1990), pero también del 1, 3 y 6; c) que el éxito del tourist commons está más vinculado a los principios 2, 3, 4, 5, 6; y d) la gestión del conocimiento puede ser vista como un fortalecedor del tourist commons, principalmente para la ampliación de la conciencia de los involucrados en relación al turismo y para la transferencia de conocimiento entre tales actores. La principal contribución del estudio es mostrar que los gestores de recursos comunes (de diversas naturalezas) en la actividad turística pueden utilizar los ocho principios de éxito de un common-pool resource para guiar un desarrollo de turismo sostenible, preferiblemente que haya un alineamiento con la perspectiva de la gestión del conocimiento, especialmente el knowledge commons, para aumentar las posibilidades de éxito del bien común turístico.
The development of tourism on the national scene generally occurs through public initiative and/or public initiative. However, it is possible that there are other ways of managing the elements that make up the tourist activity to achieve a more balanced development between the parties involved, such as the initiative of organized civil society, which refers to the Commons Theory. Therefore, the general objective of this article was to analyze studies that addressed tourism and commons. And as a method used, an integrative review was carried out using the descriptors “commons” AND “tourism” in the Scopus, Web of Science and in SciELO databases. After survey and selection by quality criteria, twelve articles were analyzed. Among the results, it was observed: a) that the focus of the studies lies on the management of natural resources (common-pool resources) of the destination, showing an emphasis on second-generation Commons studies, based on Ostrom (1990); b) that the tragedy of the tourist commons is more related to the lack of Ostrom's (1990) success principles 4 and 5, but also 1, 3, and 6; c) that the success of the tourist commons is more linked to principles 2, 3, 4, 5, 6; and d) knowledge management can be seen as a strengthener of the tourist commons, mainly for expanding the awareness of those involved in tourism and for knowledge transfer among such actors. The main contribution of the study is to show that managers of common resources (of various natures) in the tourism activity can use the eight success principles of a common-pool resource to guide sustainable tourism development, preferably aligning with the perspective of knowledge management, notably the knowledge commons, to increase the chances of success of the tourism common good.
Quando se pensa no desenvolvimento do turismo geralmente se vislumbra a ação da iniciativa privada e/ou da pública. Contudo, é possível que haja outras formas de gerenciar os elementos que compõem a atividade turística para alcançar um desenvolvimento mais equilibrado entre as partes envolvidas, como pode ocorrer quando se pensa no commons. Para tanto, o objetivo geral deste artigo foi analisar estudos que abordaram turismo e commons. E como método utilizado se fez uma revisão integrativa contando com os descritores “commons” AND “tourism” nas bases de dados Scopus e Web of Science, e “bens comuns” AND “turismo” na SciELO. Após levantamento e seleção por critérios de qualidade foram analisados doze artigos. Dentre os resultados se observou: a) que o foco dos estudos recai sobre o gerenciamento de recursos (common-pool resources) naturais do destino, mostrando uma ênfase nos estudos de segunda geração do Commons, baseados em Ostrom (1990); b) que a tragédia do tourist commons está mais relacionada à falta dos princípios 4 e 5 de sucesso do commons de Ostrom (1990), mas também do 1, 3 e 6; c) que o sucesso do tourist commons está mais atrelado aos princípios 2, 3, 4, 5, 6; e d) a gestão do conhecimento pode ser visto como um fortalecedor do tourist commons, principalmente para a ampliação da consciência dos envolvidos em relação ao turismo e para transferência de conhecimento entre tais atores. A principal contribuição do estudo é mostrar que gestores de recursos comuns (de naturezas diversas) na atividade turística podem utilizar dos oito princípios de sucesso de um common-pool resource para guiar um desenvolvimento de turismo sustentável, de preferência que haja um alinhamento com a perspectiva da gestão do conhecimento, notadamente do knowledge commons, para aumentar as chances de sucesso do bem comum turístico.
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