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O Turismo na Favela do Vidigal: Base comunitária ou base mercadológica?

    1. [1] Universidade de São Paulo

      Universidade de São Paulo

      Brasil

    2. [2] Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro

      Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro

      Brasil

  • Localización: Anais Brasileiros de Estudos Turísticos: ABET, ISSN-e 2238-2925, Vol. 10, Nº. 1 (Julio), 2020 (Ejemplar dedicado a: Current Issues on Tourism and Thematic Issue: “Crisis and Uncertainty in Pandemic Times")
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • El Turismo en Favela do Vidigal: ¿Base comunitaria o base de mercado?
    • Tourism in the Favela of Vidigal: Community based or market based?
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      El objetivo principal de este trabajo fue analizar críticamente la intensificación de los flujos y ofertas turísticas que se produjeron en la favela de Vidigal, situada en la Zona Sur de Río de Janeiro, tras la instalación de la Unidad de Policía de Pacificación (UPP) en 2012, debido al sesgo del Turismo Basado en la Comunidad (TCB). A partir de este evento, Vidigal – una favela vecina a barrios como Ipanema, Leblon y Copacabana, conocidos mundialmente como distritos turísticos – fue el escenario del crecimiento no sólo de la demanda, sino también de la oferta turística. Por lo tanto, la principal pregunta que debía responder esta investigación era "¿la actividad turística en Vidigal se apoyaría en los principios del Turismo Basado en la Comunidad? Para lograr resultados, este trabajo se construyó con el uso de referencias teóricas, entrevistas y observación de campo, siendo este trabajo parte de una disertación. La conclusión obtenida al final de la investigación señala que el turismo en Vidigal se basa en una lógica mercantil e incluso exploratoria, a diferencia de su favela "hermana", Rocinha, que es señalada por Freire-Medeiros como poseedora de la práctica del turismo comunitario.

    • English

      This paper had as main objective to analyze critically, by the bias of the community tourism, the intensification of the fluxes and touristic supply that occurred in the favela of Vidigal, located in the South Zone of Rio de Janeiro city, after the occupation of the Unidade de PolíciaPacificadora (UPP) in the year of 2012. From this moment, Vidigal – neighbor favela of Ipanema, Leblon and Copacabana worldwide known as touristic neighborhoods – was a stage of the growth not only of the demand, but also the touristic supplies. Thus, the principal questioning of this research was “would the touristic activity in Vidigal be supported by the principles of Community Tourism?”. To achieve these results, this work was constructed with theoretical references, interviews and field observations, being this paper part of a dissertation. The conclusion obtained in the end of the research points that the tourism in Vidigal is ruled by a Market Logic and even exploratory, differently of its sibling favela “Rocinha”, that is pointed by Freire-Medeiros as Community Tourism Favela model.

    • português

      Esse trabalho teve como objetivo principal analisar criticamente a intensificação dos fluxos e ofertas turísticas que ocorreram na favela do Vidigal, localizada na Zona Sul do Rio de Janeiro, após a instalação da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) no ano de 2012, pelo viés do Turismo de Base Comunitária (TCB). A partir desse acontecimento, o Vidigal – favela vizinha de bairros como Ipanema, Leblon e Copacabana, conhecidas mundialmente como bairros turísticos – foi palco do crescimento não apenas da demanda, mas também da oferta turística. Assim, o principal questionamento a ser respondido por essa pesquisa foi “estaria a atividade turística no Vidigal apoiada nos princípios do Turismo de Base Comunitária?”. Para alcançarmos resultados, esse trabalho foi construído com o uso de referencial teórico, entrevistas e observação em campo, sendo esse trabalho parte de uma dissertação. A conclusão obtida ao fim da pesquisa aponta que o turismo no Vidigal está pautado em uma lógica mercantil e até mesmo exploratória, diferentemente da sua favela “irmã”, a Rocinha, que é apontada por Freire-Medeiros como tendo a prática do turismo de base comunitária.


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