Brasil
Este artículo tiene como objetivo analizar la estructura de la propiedad de la tierra en Campinas (Brasil) al final de la expansión de su economía azucarera, subrayando la influencia de la frontera azucarera, conceptualizada por Jason W. Moore. El estudio emplea registros históricos de tierras y datos económicos desde 1790 hasta 1818 para examinar la concentración de la propiedad de la tierra y sus implicaciones socioeconómicas. La hipótesis sostiene que la expansión de la industria azucarera condujo a una concentración significativa de tierras en manos de unas pocas élites. Los resultados muestran que, efectivamente, la introducción del cultivo de caña de azúcar provocó un aumento considerable en la concentración de la tierra y en las jerarquías sociales. Esta investigación contribuye a la comprensión de los impactos locales de la expansión capitalista global y abre nuevas vías para estudios adicionales sobre las transformaciones ecológicas y las desigualdades socioeconómicas en contextos históricos y contemporáneos.
This article aims to analyze the land ownership structure in Campinas, Brazil, at the end of the expansion of its sugar economy, highlighting the influence of the sugar frontier as conceptualized by Jason W. Moore. The study uses historical land records and economic data between 1790 and 1818 to analyze the concentration of land ownership and its socio-economic implications. The data suggests that the expansion of the sugar industry led to a significant concentration of land in the hands of a few elites. The results show that the introduction of sugarcane cultivation led to a substantial increase in land concentration and the concentration of social hierarchies. This research contributes to understanding the local impacts of global capitalist expansion and enables a more detailed examination of ecological transformations and socio-economic inequalities in historical and contemporary contexts.
Este artigo tem como objetivo analisar a estrutura fundiária de Campinas, Brasil, no final da expansão de sua economia açucareira, destacando a influência da fronteira açucareira, conforme conceituada por Jason W. Moore. O estudo utiliza registros históricos de terras e dados econômicos entre 1790 e 1818 para analisar a concentração da propriedade da terra e suas implicações socioeconômicas. Os dados sugerem que a expansão da economia açucareira levou a uma concentração significativa de terras nas mãos de algumas elites. Os resultados mostram que a introdução do cultivo da cana-de-açúcar levou a um aumento substancial da concentração fundiária e da concentração das hierarquias sociais. Esta investigação contribui para a compreensão dos impactos locais da expansão capitalista e permite uma análise mais detalhada das transformações ecológicas e das desigualdades socioeconómicas em contextos históricos e contemporâneos.
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