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Direito à defesa na aplicação do conteúdo do art. 534 nº 3 da coip, em crimes flagrantes

    1. [1] Universidad Estatal Península de Santa Elena

      Universidad Estatal Península de Santa Elena

      Ecuador

  • Localización: Journal of Law and Sustainable Development, ISSN-e 2317-4056, ISSN 2764-4170, Vol. 12, Nº. 4, 2024
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Derecho de defensa en la aplicación del contenido del artículo 534, apartado 3, del coip en delitos manifiestos
    • Right of defense in the application of the content of article 534(3) of the coip in blatant crimes
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Introducción: En este trabajo se examinó el contenido del artículo 534 inciso 3 del Código Orgánico Integral Penal, en cuanto a su aplicación, efectividad y posible vulneración del derecho a la defensa, teniendo en cuenta los “indicios” presentados y argumentados. por el Ministerio Público para solicitar prisión preventiva en delitos flagrantes y la motivación para otorgarla por los jueces penales; análisis que va de la acción, argumentos y documentación habitual presentada por el titular de la acción penal; así como el arraigo social presentado o no por el imputado, donde también se consideró su contenido y la posibilidad de obtenerlo dentro de las 24 horas. Marco Teórico: Se utilizó normativa internacional, la Constitución del Ecuador, doctrina penal, sentencias y criterios de la Corte Constitucional, Corte Nacional de Justicia, así como el ordenamiento jurídico nacional y revistas científicas, información que resultó en la existencia de una violación del derecho a la defensa del imputado, ya que los “indicios” presentados por la fiscalía son generalmente insuficientes para solicitar prisión preventiva, cualquiera que sea el delito. Además, surge la falta de claridad de esta disposición legal, que, al ser de carácter subjetivo, genera discrecionalidad descontrolada, igualmente arbitrariedad y en ocasiones abusos del régimen vigente. Por lo tanto, estaríamos ante violaciones a los derechos a la libertad, a la seguridad jurídica, al debido proceso y a una latente criminalización de la pobreza. Metodología: Esta investigación emplea un método cualitativo utilizando revisión de literatura y análisis de documentos relacionados el tema propuesto. Se realizó una revisión de la literatura para investigar los conceptos de indicación, flagrante delito, criminalización y arraigo social. Asimismo, se realizó un análisis de documentos de aspectos legales para comprender los objetivos, estructura e implementación de la normativa en el Ecuador. Resultados y Conclusiones: Es necesario tener un criterio unificado sobre las “indicaciones”, sobre cuáles serían eficientes o suficientes, y sobre la erradicación. Los resultados son preocupantes para la legislación penal ecuatoriana, pues este marco legal restringe derechos de personas en situación de vulnerabilidad, además de hacer que los litigios sean erráticos en los tribunales e imparciales en los procedimientos. Es indispensable regular las normas penales y, además, que el principio de inocencia, junto con diversas resoluciones de tribunales superiores, prevalezca en un mundo donde la legalidad está llenando las cárceles de inocentes o pobres

    • português

      Introdução:Neste trabalho foi examinado o conteúdo do artigo 534 parágrafo 3º do Código Penal Orgânico Integral, quanto à sua aplicação, eficácia e eventual violação do direito de defesa, tendo em conta os “indícios” apresentados e argumentados. pelo Ministério Público para solicitação de prisão preventiva em flagrantes e a motivação para sua concessão pelos juízes criminais; análise que vai desde a ação, argumentos e documentação habitual apresentada pelo titular da ação penal; bem como as raízes sociais apresentadas ou não pelo arguido, onde também foi considerado o seu conteúdo e a possibilidade de obtenção no prazo de 24 horas.Referencial Teórico:Foram utilizadas normas internacionais, a Constituição do Equador, a doutrina criminal, sentenças e critérios do Tribunal Constitucional, do Tribunal Nacional de Justiça, bem como do sistema jurídico nacional e de revistas científicas, informações que resultaram na existência de uma violação de o direito à defesa. dos arguidos, uma vez que os “indícios” apresentados pelo Ministério Público são geralmente insuficientes para requerer a prisão preventiva, qualquer que seja o crime. Além disso, surge a falta de clareza desta disposição legal que, sendo de natureza subjectiva, gera discricionariedade descontrolada, igualmentearbitrariedade e por vezes abusos do regime actual; Portanto, estaríamos perante violações dos direitos à liberdade, à segurança jurídica, ao devido processo legal e a uma criminalização latente da pobreza.Metodologia:Esta pesquisa utiliza método qualitativo por meio de revisão de literatura e análise de documentos relacionados ao tema proposto. Foi realizada uma revisão da literatura para investigar os conceitos de indicação, flagrante delito, criminalização e raízes sociais. Da mesma forma, foi realizada uma análise de documentos de aspectos legais para compreender os objetivos, estrutura e implementação da regulamentação no Equador.Resultados e Conclusões:É necessário ter um critério unificado sobre as “indicações”, sobre quais seriam eficientes ou suficientes, e sobre a erradicação. Os resultados são preocupantes para a legislação penal equatoriana, uma vez que este quadro jurídico restringe os direitos dos indivíduos em situações vulneráveis, além de tornar o litígio errático nos tribunais e imparcial nos procedimentos. É indispensável regular as normas penais e, além disso, que o princípio da inocência, juntamente com diversas resoluções dos tribunais superiores,prevaleçam num mundo onde a legalidade enche as prisões de pessoas inocentes ou pobres

    • English

      Introduction:In this work, the content of article 534 paragraph 3 of the Comprehensive Organic Criminal Code was examined, regarding its application, effectiveness and a possible violation of the right to defense, taking into account the “indications” presented and argued. by the Public Ministry to request preventive detention in flagrant crimes and the motivation for granting it by criminal judges; analysis that goes from the action, arguments and usual documentation presented by the holder of the criminal action; as well as the social roots presented or not by the accused, where its content and the possibility of obtaining it within 24 hours were also considered.Theoretical Framework:International regulations, the Constitution of Ecuador, criminal doctrine, sentences and criteria of the Constitutional Court, National Court of Justice, as well as the national legal system and scientific journals were used, information that resulted in the existence of a violation of the right to the defense of the accused, since the “indications” presented by the prosecutionare generally insufficient to request preventive detention, whatever the crime. Furthermore, the lack of clarity of this legal provision arises, which, being subjective in nature, generates uncontrolled discretion, equally arbitrariness and sometimes abuses of the current regime. Therefore, we would be facing violations of the rights to freedom, legal security, due process and a latent criminalization of poverty.Methodology:This research uses a qualitative method using literature review and analysis of documents related to the proposed topic. A review of the literature was carried out to investigate the concepts of indication, flagrante delicto, criminalization and social roots. Likewise, an analysis of legal aspects documents was carried out to understand the objectives, structure and implementation of the regulations in Ecuador.Results and Conclusions:It is necessary to have a unified criterion on the “indications”, on which ones would be efficient or sufficient, and on eradication. The results are concerning for Ecuadorian criminal legislation, as this legal framework restricts rights for individuals in vulnerable situations, besides making litigation erratic in courts and impartial in procedures. It is indispensable to regulate criminal norms, and moreover, that the principle of innocence, along with various resolutions from higher courts, prevail in a world where legality is filling prisons with innocent or poor people


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