Estados Unidos
¿Cuál es la relación entre la justicia procedimental en los encuentros con la policía y las actitudes de las sobrevivientes de violencia doméstica? Sostengo que, debido al daño emocional causado por la victimización, las sobrevivientes están especialmente en sintonía con el trato interpersonal que reciben cuando buscan ayuda de servicios especializados (por ejemplo, la policía). Si este trato es injusto desde el punto de vista procedimental, podrían llegar a la conclusión de que las leyes sobre violencia doméstica no son efectivas y ser menos propensas a intervenir llamando a la policía si son testigos de violencia doméstica. Basándome en los datos de la opinión pública de Brasil, encuentro que la justicia procedimental es importante para las opiniones de las sobrevivientes sobre las leyes, pero no encontré ninguna relación entre la justicia procedimental y las actitudes de intervención de las espectadoras. Exploro posibles explicaciones para este hallazgo nulo con análisis adicionales.
What is the relationship between procedural fairness in encounters with the police and intimate partner violence (IPV) survivors’ attitudes? I argue that because of the emotional damage caused by victimization, survivors are especially attuned to the interpersonal treatment they receive when seeking help from specialized services (e. g., police). If this treatment is procedurally unfair, they might conclude that IPV laws are not effective and become less likely to report intentions to intervene by calling the police if they witness intimate partner violence. Relying on public opinion data from Brazil, I find that procedural fairness matters for survivors’ opinions about laws, but I found no relationship between procedural fairness and bystander intervention attitudes. I explore possible explanations for this non-finding with several additional analyses.
Qual seria a relação entre o tratamento interpessoal justo nos encontros com a polícia e as atitudes de vítimas de violência doméstica? Devido ao dano emocional causado pela vitimização, vítimas estão especialmente vulneráveis ao tipo de tratamento que recebem quando procuram ajuda de serviços especializados (como por exemplo, a polícia). Se esse tratamento for processualmente injusto, elas podem concluir que as leis de combate a violência doméstica e familiar não são eficazes e se tornam menos propensas a relatar intenções de intervir chamando a polícia se testemunharem um caso de violência doméstica. Baseando-me em dados da opinião pública do Brasil, os resultados sugerem que o tratamento interpessoal justo em contato com a polícia é importante para as opiniões de vítimas sobre as leis, mas não encontrei nenhuma relação entre justiça processual e as atitudes de intervenção. Eu exploro possíveis explicações para esse resultado final com análises adicionais.
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