Brasil
Este estudio exploratorio analiza el contenido desinformativo que circuló en Brasil sobre la tragedia climática en Rio Grande do Sul en mayo de 2024. Para ello, utiliza el modelo del ecosistema de desinformación de Wardle (2017). Siguiendo esta propuesta metodológica, identifica las principales narrativas desinformativas, los agentes propagadores de desinformación y los canales de difusión más utilizados. El primer aspecto también se detalla a través del Análisis de Contenido, según Bardin (2011). El corpusestá compuesto por 39 contenidos verificados por las agencias de verificación de hechos Agência Lupa y Aos Fatos. La investigación discute la relación entre crisis y desinformación. Revela que, en el caso de Rio Grande do Sul, hay una predominancia de narrativas que minimizan o niegan la ocurrencia del cambio climático, frecuentemente asociadas con intereses políticos y económicos.
This exploratory study analyzes the disinformation content that circulated in Brazil regarding the climatic tragedy in Rio Grande do Sul in May 2024. For this purpose, it uses Wardle's (2017) disinformation ecosystem model. Following this methodological proposal, it identifies the main disinformation narratives, the agents propagating disinformation, and the most commonly used dissemination channels. The first aspect is also detailed through Content Analysis, according to Bardin (2011). The corpus consists of 39 contents checked by fact-checking agencies Agência Lupa and Aos Fatos. The research discusses the relationship between crisis and disinformation. It reveals that, in the case of Rio Grande do Sul, there is a predominance of narratives that minimize or deny the occurrence of climate change, often associated with political and economic interests.
Este estudo exploratório analisa o conteúdo desinformativo que circulou, no Brasil, acerca da tragédia climática do Rio Grande do Sul, em maio de 2024. Para isso, utiliza o modelo do ecossistema da desinformação de Wardle (2017). Seguindo essa proposta teórica, identifica as principais narrativas desinformativas, os agentes propagadores de desinformação e os canais de disseminação mais utilizados. O primeiro aspecto é detalhado também a partir da Análise de Conteúdo, conforme Bardin (2011). O corpus é composto por 39 conteúdos checados pelas agências de fact-checking Agência Lupa e Aos Fatos. A pesquisa discute a relação entre crise e desinformação. Revela que, no caso do Rio Grande do Sul, há predominância de narrativas que minimizam ou negam a ocorrência de mudanças climáticas, frequentemente associadas a interesses políticos e econômicos.
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