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A Independência em versos: Teixeira e Sousa e a história do Brasil por meio da epopeia

  • Autores: Eduardo Wright Cardoso
  • Localización: Artcultura: Revista de História, Cultura e Arte, ISSN-e 2178-3845, ISSN 1516-8603, Vol. 26, Nº. 48, 2024, págs. 261-280
  • Idioma: portugués
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  • Resumen
    • español

      How is it possible to understand the dis-crepancy between a work that was con-ceived as monumental and its presence limited to the footnotes? Using this ques-tion as a starting point for this article, the aim is to discuss the historiographical and memorialistic intent expressed by the epic A Independência do Brasil, by Antônio Gonçalves Teixeira e Sousa (1812-1861), published in two volumes in 1847 and 1855. How is the history of a contemporary event portrayed in the po-em? The purpose of reflecting on history through literature rests on the assump-tion of mutual interrogation between the two types of knowledge and is based, on the one hand, on a vigorous tradition of literary histories and, on the other, on the value given to historical material that, in a prescriptive way, composes the epic genre. To this end, the aim is to look at the reception of the poem by some of its contemporaries in order to identify com-mon traits in its critical fortune. In addi-tion, we intend to address how historical events are (re)constructed by the author with the purpose of not only narrating the country's history but, above all, cele-brating it. Finally, we hope to offer a pos-sible explanation for the secondary place given to Teixeira e Sousa's monument.

    • português

      Como seria possível entender o des-compasso entre uma obra que foi conce-bida como monumental e sua presença limitada ao rodapé? Mobilizando essa questão como abertura para este artigo, busca-se discorrer sobre o intuito histo-riográfico e memorialístico expresso pe-la epopeia A Independência do Brasil, de Antônio Gonçalves Teixeira e Sousa (1812-1861), publicada em dois tomos em 1847 e 1855. De que maneira a histó-ria de um evento contemporâneo, como a emancipação política de 1822, é figu-rada no poema? O propósito de refletir acerca da história a partir da literatura repousa no pressuposto da interrogação mútua entre os dois saberes e funda-menta-se, por um lado, numa vigorosa tradição de histórias da literatura e, por outro, no valor creditado à matéria his-tórica que, de modo prescritivo, compõe o gênero épico. Para isso, procura-se contemplar a recepção do poema por alguns de seus contemporâneos a fim de identificar traços comuns na sua fortuna crítica. Além disso, pretende-se abordar como os eventos históricos são (re)cons-truídos pelo autor com o objetivo não apenas de narrar a história pátria, mas sobretudo de celebrá-la. Por último, es-pera-se oferecer uma possível chave de leitura para a questão sobre o lugar se-cundário destinado ao monumento de Teixeira e Sousa.


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