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Entre a denúncia, a memória e a utopia: o cinema que desafia a ditadura militar no Brasil

    1. [1] Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro

      Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro

      Brasil

  • Localización: Artcultura: Revista de História, Cultura e Arte, ISSN-e 2178-3845, ISSN 1516-8603, Vol. 26, Nº. 48, 2024, págs. 191-213
  • Idioma: portugués
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Still under the Brazilian military dictator-ship, two filmmakers who had been politi-cal prisoners leave the country and decide to use cinema as an instrument of confron-tation and of construction of ideas of a fu-ture for the country. Living in exile in Chile, Luiz Sanz directs Não é hora de chorar, in 1971. In Nicaragua, Lucia Mu-rat filmed O pequeno exército louco, between 1978 and 1980. Faced with the feeling of defeat of the left, Sanz and Mu-rat made films in order to renew hope and elaborate strategies for survival, for de-nunciation, for the construction of memory, especially for women who suf-fered specifically from the violence of the dictatorship. In this article, we propose to investigate the trajectory and performance of these two filmmakers and reflect on the context of production and the importance of the films both in the dispute of narra-tives in the present and as testimonies of history.

    • português

      Ainda sob a vigência da ditadura mili-tar brasileira, dois cineastas que havi-am sido presos políticos saem do país e decidem usar o cinema como um ins-trumento de embate e de construção de ideias de um futuro para o país. Vi-vendo no exílio no Chile, Luiz Sanz dirige Não é hora de chorar, em 1971. Lúcia Murat filma na Nicarágua O pe-queno exército louco, entre 1978 e 1980. Diante do sentimento de derrota das esquerdas, Sanz e Murat realizam fil-mes a fim de renovar esperanças e ela-borar estratégias de sobrevivência, de denúncia, de construção de memória, especialmente das mulheres que sofre-ram de forma específica a violência da ditadura. Neste artigo, propomos in-vestigar a trajetória e a atuação desses dois cineastas e refletir sobre o contex-to de produção e a importância dos filmes tanto na disputa de narrativas no presente quanto como testemunhos da história.


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