Argentina
El estudio explora los procesos de construcción de interculturalidad crítica en escuelas con población mapuche en el departamento Huiliches y Junín de los Andes, Neuquén, Argentina. Utilizando una metodología etnográfica y herramientas cualitativas como entrevistas, observación participante y grupos de reflexión, se analizó la interacción entre docentes, estudiantes y comunidades. Se destaca el enfoque colaborativo con actores mapuche para co-crear conocimiento, integrando perspectivas académicas e indígenas. Los hallazgos muestran tensiones en la implementación de prácticas interculturales debido a factores estructurales y epistemológicos, así como avances en el reconocimiento de saberes mapuche en contextos escolares. El estudio concluye que la educación intercultural requiere una reflexión crítica sobre las relaciones de poder y la participación activa de las comunidades para promover transformaciones educativas significativas.
O estudo explora os processos de construção de interculturalidade crítica em escolas com população mapuche no departamento de Huiliches e Junín de los Andes, Neuquén, Argentina. Utilizando uma metodologia etnográfica e ferramentas qualitativas como entrevistas, observação participante e grupos de reflexão, analisou-se a interação entre professores, estudantes e comunidades. Destaca-se a abordagem colaborativa com atores mapuche para cocriar conhecimento, integrando perspectivas acadêmicas e indígenas. Os achados mostram tensões na implementação de práticas interculturais devido a fatores estruturais e epistemológicos, assim como avanços no reconhecimento dos saberes mapuche nos contextos escolares. O estudo conclui que a educação intercultural requer uma reflexão crítica sobre as relações de poder e a participação ativa das comunidades para promover transformações educacionais significativas.
This study explores the processes of constructing critical interculturality in schools with Mapuche populations in the Huiliches department and Junín de los Andes, Neuquén, Argentina. Using an ethnographic methodology and qualitative tools such as interviews, participant observation, and reflection groups, the interaction between teachers, students, and communities was analyzed. The research emphasizes a collaborative approach with Mapuche actors to co-create knowledge, integrating academic and indigenous perspectives. Findings reveal tensions in implementing intercultural practices due to structural and epistemological factors, as well as progress in recognizing Mapuche knowledge in school contexts. The study concludes that intercultural education requires critical reflection on power relations and active community participation to promote meaningful educational transformations.
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