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O eu-nós na poesia de Márcia Kambeba: identidade, resistência e alteridade na literatura de autoria indígena

    1. [1] Universidade Federal de Alagoas

      Universidade Federal de Alagoas

      Brasil

  • Localización: Anuário de literatura: Publicaçao do Curso de Pós-Graduaçao em Letras, Literatura Brasileira e Teoria Literária, ISSN 1414-5235, Nº 29, 2024
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • The i-we in Márcia Kambeba’s poetry: identity, resistance and otherness in indigenous authored literature
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      This study aims a theoretical-critical reading of the poems “Indian I’m not”, “Silence warrior” and “The people unity”, present in the book Ay Kakyri Tama “I live in the city” (2013;2018), written by the researcher and poet Márcia Wayna Kambeba. While reading the poems, we notice a kambebian lyric of the “I-we”, according to Julie Dorrico (2017), covered by the discourse of identity, resistance and otherness – the latter from Mikhail Bakhtin’s philosophical aesthetics, since, although he is recognized in the field of literary studies for his novel theory, in Aesthetics of Verbal Creation (2011), philosophical concepts are ascribed to fiction writing which helps us think about the contemporary lyric of resistance allied to otherness. Poetic otherness that we read, literally, in the writing of the pronoun “we”, arousing the original peoples and the legacy of ancestral wisdom, according to the studies of Daniel Munduruku (2017) and Aline Rochedo Pachamama (2020).

    • português

      Este estudo visa uma leitura teórico-crítica dos poemas “Índio eu não sou”, “Silêncio Guerreiro” e “União dos povos”, presentes no livro Ay Kakyri Tama “eu moro na cidade” (2013; 2018), da pesquisadora e poeta indígena Márcia Wayna Kambeba. Ao ler os poemas, notamos uma lírica kambebiana do “eu-nós”, conforme Julie Dorrico (2017), revestida pelo discurso de identidade, resistência e alteridade — este último a partir da estética filosófica de Mikhail Bakhtin, uma vez que, embora seja reconhecido no âmbito dos estudos literários por sua teoria romanesca, em Estética da Criação Verbal (2011), temos conceitos filosóficos atribuídos à escrita de ficção que nos ajudam a pensar na lírica contemporânea de resistência aliada à alteridade. Alteridade poética que lemos, literalmente, na escrita do pronome "nós", suscitando os povos originários e o legado da sabedoria ancestral, conforme os estudos de Daniel Munduruku (2017) e Aline Rochedo Pachamama (2020).


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