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First record of Macrophyllum macrophyllum (Schinz, 1821) in Brazilian mangroves, with comments on bat diversity in this ecosystem

    1. [1] Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro

      Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro

      Brasil

    2. [2] Universidade Federal do Rio de Janeiro

      Universidade Federal do Rio de Janeiro

      Brasil

    3. [3] Programa de Pós-graduação em Biodiversidade e Biologia Evolutiva, Instituto de Biologia, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Rio de Janeiro (RJ), Brasil. Laboratório de Mastozoologia, Departamento de Zoologia, Instituto de Biologia, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Rio de Janeiro (RJ), Brasil.
  • Localización: Notas sobre Mamíferos Sudamericanos: (NMamSud), ISSN-e 2618-4788, Vol. 3, Nº. 1, 2021 (Ejemplar dedicado a: Volume 3 – Year 2021)
  • Idioma: inglés
  • Títulos paralelos:
    • Primeiro registro de Macrophyllum macrophyllum (Schinz, 1821) em manguezais brasileiros, com comentários sobre a diversidade de morcegos nesse ecossistema
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      We present the first record of Macrophyllum macrophyllum for a mangrove ecosystem, a review of the records of this bat in Rio de Janeiro state, and a checklist of bats from Brazilian mangroves. Captured at APA Guapimirim, this specimen represents the fifth record for Rio de Janeiro state, raising the number of species known from Brazilian mangroves to 39, most of them being insectivores. The new record may reflect both the difficulty of sampling this species using traditional methods, and the lack of mammalian research in mangroves. Such studies, however, would be important for the conservation of an ecosystem that is constantly under human disturbance.

    • português

      Apresentamos o primeiro registro de Macrophyllum macrophyllum para o ecossistema manguezal, uma revisão dos registros desse morcego no estado do Rio de Janeiro e a lista de espécies atualizada de morcegos dos manguezais brasileiros. Capturado na APA Guapimirim, esse espécime representa o quinto registro para o estado, aumentando para 39 o número de espécies conhecidas para os manguezais brasileiros, a maioria delas insetívoras. O novo registro pode refletir tanto a dificuldade de amostragem dessa espécie por métodos tradicionais, quanto a falta de pesquisas com mamíferos em manguezais. Tais estudos, no entanto, seriam importantes para a conservação de um ecossistema constantemente sujeito a perturbações antrópicas.


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