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Mujeres policías y administración de las violencias: el caso de la provincia de Santa Fe (Argentina) desde la perspectiva de sus agentes

    1. [1] Universidad Nacional del Litoral

      Universidad Nacional del Litoral

      Argentina

  • Localización: Revista del Museo de Antropología, ISSN 1852-060X, ISSN-e 1852-4826, Vol. 17, Nº. 2, 2024, págs. 203-216
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • Mulheres policiais e a administração da violência: o caso da província de Santa Fé (Argentina) a partir da perspectiva de seus agentes
    • Police women and administration of violence: the case of the province of Santa Fe (Argentina) from the perspective of its agents
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      El siguiente trabajo explora de qué manera las mujeres de la Policía de la provincia de Santa Fe (Argentina) utilizan y justifican las violencias en las interacciones con ciudadanos/as durante el cumplimiento de sus tareas cotidianas. Se inscribe en una extensa investigación realizada en 2020 y 2021 acerca de las trayectorias biográficas y laborales de estas agentes desde la perspectiva de 95 entrevistadas. Para este artículo, se realizó un análisis de contenido con el software ATLAS.TI para captar relaciones, percepciones y vocabularios de motivos comúnmente empleados por las policías para justificar el recurso a la violencia en sus experiencias profesionales. Los resultados expresan que las mujeres ejercitan las violencias, aunque en menor medida en comparación con otro repertorio de acciones posibles (como el uso de la palabra y el diálogo). Ello se puede explicar a raíz de varios elementos que se asocian a la feminización del trabajo policial: el confinamiento a tareas administrativas, la administración prudente del “criterio”, o la posibilidad de “perder” el tiempo, la vida o sus carreras dentro de la institución policial. Asimismo, el self policial masculino implica que, en algunos casos, atributos asociados a la “feminidad” son renegociados o vividos con frustración.

    • English

      The following work explores how the women of the Police of the province of Santa Fe (Argentina) use and justify violence in interactions with citizens during the fulfillment of their daily tasks. It is part of an extensive investigation carried out in 2020 and 2021 about the biographical and work trajectories of these agents from the perspective of 95 interviewees. For this article, a content analysis was carried out with the ATLAS.TI software to capture the vocabularies of reasons commonly used by police officers to justify resorting to violence in their professional experiences. The results show that women exercise violence, however, they do so to a lesser extent when faced with other repertoire of possible actions (such as the use of words and mediation). This can be explained by several elements that are associated with the feminization of police work: confinement to administrative tasks, the administration of “criterion”, or the possibility of “losing” their careers within the police institution. Likewise, the masculine police self implies that, in some cases, attributes associated with “femininity” are renegotiated or experienced with frustration.

    • português

      O artigo a seguir explora como as policiais femininas da província de Santa Fé (Argentina) usam e justificam a violência em suas interações com os cidadãos durante o desempenho de suas funções diárias. Ele faz parte de uma extensa pesquisa realizada em 2020 e 2021 sobre as trajetórias biográficas e de trabalho dessas agentes a partir da perspectiva de 95 entrevistadas. Para este artigo, foi realizada uma análise de conteúdo com o software ATLAS.TI para captar relações, percepções e vocabulários de motivos comumente utilizados pelas policiais femininas para justificar o uso da violência em suas experiências profissionais. Os resultados mostram que as mulheres de fato usam a violência, embora em menor grau em comparação com outros repertórios possíveis de ações (como o uso de palavras e o diálogo). Isso pode ser explicado por vários elementos associados à feminização do trabalho policial: o confinamento a tarefas administrativas, a administração cautelosa do “julgamento” ou a possibilidade de “perder” tempo, vida ou carreiras dentro da instituição policial. Da mesma forma, o eu policial masculino implica que, em alguns casos, os atributos associados à “feminilidade” são renegociados ou vivenciados com frustração.


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