Ayuda
Ir al contenido

Dialnet


Redes comunitarias intra y extracarcelarias en Chile: apaquismo y voluntariados evangélicos

    1. [1] Universidad Arturo Prat

      Universidad Arturo Prat

      Iquique, Chile

  • Localización: Revista del Museo de Antropología, ISSN 1852-060X, ISSN-e 1852-4826, Vol. 16, Nº. 2, 2023, págs. 245-258
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • Redes comunitárias intra e extra-prisionais no Chile: apaquismo e voluntariado evangélico
    • Intra and extra-community prison networks in Chile: apaquism and evangelical volunteerism
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      El propósito de este artículo es analizar el rol intercomunitario entre la comunidad apaquista,y el voluntariado evangélico en su relación de apoyo con el recluso. Para ello se destacan dos subapartados: Comunidad apaquista y Comunidad del voluntariado. En el primer apartado, destacamos el apaquismo como una comunidad intermedia entre la cárcel (una sociedad clausurada) en tanto realidad social existente y el recluso, a través del coaismo evangélico y la importancia de las ritualidades (de inserción, tránsitos, cotidianos) para enfrentar la cotidianidad carcelaria enajenante. En el segundo subapartado, la comunidad del voluntariado, se les destaca como proveedores de recursos simbólicos, sociales, materiales y económicos para hacer del apaquismo más suficiente en su interior y de ese modo reinsertar socialmente al recluso sirviendo de conexión. El resultado es que, sin la comunidad del voluntariado, la comunidad apaquista no tendría los resultados de crecimiento que ha tenido desde su creación en el año 1999.

    • English

      The purpose of this article is to analyze the inter-community role between the apaquist community and the evangelical volunteer in their supportive relationship with the inmate. To this end, two sub-sections are highlighted: the apaquist community and the Community of volunteerism. In the first paragraph, we highlight apaquism as an intermediate community between the prison (a closed society) as an existing social reality and the inmate, through evangelical coaism and the relevance of rituals (of insertion, transits and daily) in order to confront the alienating daily life in prison. In the second paragraph, the community of volunteers, stand out as providers of symbolic, social, material and economic sources to make apaquism internally more sufficient and, in this way, socially reintegrate the inmate serving as a connection. The result is that, without the volunteer community, the apaquist community would`t have the results of growth that it has had since it’s creation in 1999.

    • português

      O objetivo deste artigo é analisar o papel intercomunitário entre a comunidade apenada e o voluntário evangélico em seu relacionamento de apoio com o prisioneiro. Para tanto, duas subseções são destacadas: a comunidade apaquista e a comunidade voluntária. Na primeira seção, destacamos o apaquismo como uma comunidade intermediária entre a prisão (uma sociedade fechada) como realidade social existente e o preso, por meio do coaísmo evangélico e da importância dos rituais (de inserção, de trânsitos, de vida cotidiana) para enfrentar o cotidiano alienante da prisão. Na segunda subseção, a comunidade de voluntários, eles são destacados como provedores de recursos simbólicos, sociais, materiais e econômicos para tornar a vida do preso dentro da prisão mais adequada e, assim, reintegrar socialmente o preso, servindo de conexão. O resultado é que, sem a comunidade de voluntários, a comunidade apaquista não teria os resultados de crescimento que tem tido desde sua criação em 1999.


Fundación Dialnet

Dialnet Plus

  • Más información sobre Dialnet Plus

Opciones de compartir

Opciones de entorno