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Alternativa metodológica para asumir los retos del mejoramiento deportivo «Comités de Bioética Deportiva»

    1. [1] Universidad El Bosque

      Universidad El Bosque

      Colombia

  • Localización: Revista Colombiana de Bioética, ISSN-e 2590-9452, ISSN 1900-6896, Vol. 10, Nº. 2, 2015 (Ejemplar dedicado a: Revista Colombiana de Bioética)
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • Metodologia alternativa para assumir os desafios do melhoramento esportivo. «Comitês de Bioética Esportiva»
    • Alternative Methodology for Facing the Challenges of Athletic Improvement. «Sport Bioethics Committees»
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Este artículo expone un modelo metodológico de comités de bioética deportiva, para afrontar los dilemassurgidos a partir del Mejoramiento Deportivo, definido como el uso de aditamentos biotecnológicos, concapacidad de producir transformaciones corporales, para aumentar el performance y superar el entrenamientoconvencional. Esta alternativa aparece ante la necesidad de evaluar interdisciplinariamente losposibles efectos de aplicar la ingeniería genética en deportistas, y se considera como mecanismo de autorregulacióny control social compartido, para tomar decisiones institucionales. La metodología combinó laInvestigación Documental, con la Técnica de Muestreo Temporal de Experiencias en Vivo. Los resultadosdel escrutinio teórico; Hottois, (comités de ética), Beauchamp y Childress (principios bioéticos), Fishkin(sondeo deliberativo) y Unesco (comités de bioética), muestran oportuna su creación. En el trabajo de campo,se indagó sobre el Mejoramiento Deportivo y el doping. En conclusión, estos comités se proyectan comoespacios neutrales y pragmáticos, situados entre los presupuestos realistas e idealistas de los entes rectoresdel deporte, como una opción democrática para la comunidad deportiva. Su potencial ya ha sido probadoen la política y el deporte, con fines similares, es decir: La Deliberación Ciudadana Informada.

    • português

      Este artigo apresenta um modelo metodológico dos Comitês de Bioética Esportiva para lidar com os dilemas surgidos a partir do conceito de Melhoramento Esportivo, definido como o uso de complementos biotecnológicos com capacidade de produzir transformações corporais, para aumentar o desempenho e superar o treinamento convencional. Esta alternativa aparece ante a necessidade de avaliar, interdisciplinarmente, os possíveis efeitos de aplicar a engenharia genética em esportistas e é considerada como mecanismo de autorregulação e controle social compartilhados para a tomada de decisões institucionais. A metodologia combinou a Pesquisa Documental com a Técnica de Amostragem Temporária de Experiência en Vivo. Os resultados do exame teórico, Hottois, (Comitês de Ética), Beauchamp e Childress (Princípios Bioéticos), Fishkin (Consulta Deliberativa) e Unesco (Comitês de Bioética), mostram que sua criação é oportuna. No trabalho de campo, houve investigação sobre o Melhoramento Esportivo e o Dopping. Em suma, estes comitês se projetam como espaços neutros e pragmáticos, situados entre os pressupostos realistas e idealistas das entidades dirigentes do esporte, como uma opção democrática para a comunidade esportiva. Seu potencial já foi comprovado na política e no esporte, com fins semelhantes, isto é: A Deliberação Cidadã Informada.

    • English

      This article presents a methodological model of sport bioethics committees, to address the dilemma arising from the concepts of athletic improvement, defined as the use of biotechnological attachments to produce bodily transormations to increase performance and exceed the results of conventional training. This alternative is due to the need for interdisciplinary evaluation of the potential effects of applied genetic engineering in sports, and is considered a self-regulatory mechanism of shared social control to make institutional decisions. The documentary research methodology is combined with the sampling technique of live temporary experience. The results of theoretical scrutiny; Hottois (IRBs), Beauchamp and Childress (Bioethics Principles), Fishkin (Deliberative Polling) and Unesco (Bioethics Committees) demonstrate its timely creation. In fieldwork, it investigated athletic improvement and doping. In conclusion, these committees are projected as neutral and pragmatic spaces situated between realistic and idealistic sectors of the governing bodies of sport, as a democratic option for the sports community. Its potential has already been tested in politics and sport, with similar purposes, namely: informed citizen deliberation


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