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Análisis de la formación de los profesionales de la APS para actuar en la pandemia de Covid-19

    1. [1] Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

      Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

      Brasil

    2. [2] Universidade Federal de São Carlos

      Universidade Federal de São Carlos

      Brasil

    3. [3] Escola de Saúde Pública Dr. Jorge David Nasser. Campo Grande, MS, Brasil
  • Localización: Revista Colombiana de Enfermería, ISSN-e 1909-1621, Vol. 23, Nº. 1, 2024
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • Análise da formação de profissionais da Atenção Primária à Saúde para atuação na pandemia da Covid-19
    • Analysis of the training of primary health care professionals to respond to the COVID 19 pandemic
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Introducción: Es fundamental que los profesionales de la Atención Primaria de Salud (APS) estén capacitados para enfrentar la pandemia de la Covid-19. El estudio analizó la formación de los profesionales de Atención Primaria de Salud para trabajar ante la pandemia Covid-19, de junio a octubre de 2020.

      Métodos: Encuesta transversal, donde se recolectaron datos sociodemográficos, categoría profesional, estado. y función, tipo de formación, carga de trabajo y metodología. El análisis descriptivo y bivariado se realizó mediante las pruebas de chi-cuadrado y exacta de Fisher.

      Resultados: Entre los 259 profesionales, la mayoría eran mujeres (85,3%) con una edad media de 39,1 años (+ -9,5), con posgrado (43,2%). Hubo menor participación de Agentes de Salud Comunitarios y Agentes de Combate de Enfermedades Endémicas en la formación en comparación con otros profesionales (p <0,05) La mayoría de los profesionales participaron en cursos con horario reducido, entre 15 y 30 horas (p <0,05), a distancia metodología (p <0,05).

      Conclusión: La formación para actuar en la pandemia fue mayor entre los profesionales de la educación superior, con baja carga de trabajo y aprendizaje a distancia.

       

    • English

      Introduction: Primary Health Care (PHC) professionals’ training to deal with the COVID‑19 pandemic is essential. The study analyzed the training of PHC professionals to act in the face of the COVID-19 pandemic from June to October 2020.

      Methods: A cross-sectional survey study was conducted in which socio-demographic data, occupational category, work location and function, type of training, workload, and methodology were collected. Descriptive and bivariate analyses were performed using chi-squared and Fisher's exact tests.

      Results: Among the 259 professionals, the majority were women (85.3%), with an average age of 39.1 years (±9.5) and a postgraduate degree (43.2%). Community Health Workers and Endemic Disease Control Workers were less likely to participate in training than other professionals (p<0.05). Most of the professionals participated in courses with a reduced workload, between 15 and 30 hours (p<0.05), using distance learning (p<0.05). Most of the professionals participated in courses with a reduced hour load, between 15 and 30 hours (p<0.05), using distance learning (p<0.05).

      Conclusion: Training to respond to the pandemic was higher among professionals with higher education, low workloads, and distance learning.

    • português

      Introdução: É imprescindível que os profissionais da Atenção Primária à Saúde (APS) sejam capacitados para o enfrentamento da pandemia por Covid-19. O estudo analisou a formação de profissionais da Atenção Primária à Saúde para a atuação perante a pandemia da Covid-19, no período de junho a outubro de 2020.

      Método: estudo transversal, do tipo survey. Coletaram-se dados sociodemográficos, categoria profissional, estado de atuação e função, tipo de capacitação, carga horária e metodologia. Realizou-se análise descritiva e bivariada por meio dos testes qui-quadrado e exato de Fisher.  Resultados: entre os 259 profissionais, as mulheres eram maioria (85,3%) com média de 39,1 anos (+-9,5) e pós-graduação (43,2%). Houve menor participação dos Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias nas capacitações em comparação com os demais profissionais (p<0,05). A maior parte dos profissionais participou de cursos com carga horária reduzida, entre 15 e 30 horas (p<0,05), na metodologia a distância (p<0,05).

      Conclusão: a capacitação para atuar na pandemia foi maior entre profissionais de nível superior, com baixa carga horária e a distância.

      Palavras-chave: Atenção Primária à Saúde; Coronavírus; Covid-19; Capacitação de Recursos Humanos em Saúde; Educação em Saúde; Educação à Distância; Estudos Transversais; Saúde do Trabalhador; Vigilância em Saúde Pública; Gestão em saúde.


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