Brasil
In this paper I focus on four varieties of shame-absence. My hope is that reflection on these varieties of shame-absence will go some way to giving us a more complete picture of the role that shame plays in our moral character and in discussions of atrocity. I note that the shame that emerges from an exposure to atrocity can be in part what leads us to identify the event as atrocious. I progress to argue that when shame is absent, this absence can serve to blind us to the atrocity that is before us and that is ours to work to prevent. Feeling shame is part of seeing the atrocity for what it is in an appropriate emotionally-engaged manner. It is thus a vital part of being human, and its absence in certain cases is an all-too-human failure of humanity.
Neste artigo, concentro-me sobre quatro variedades possíveis de ausência da vergonha. Minha esperança é a de que a reflexão sobre essas variedades possa, de alguma maneira, nos dar uma imagem mais completa acerca do papel que a vergonha desempenha sobre nosso caráter moral e nas discussões a respeito da atrocidade. Observo que a vergonha que emerge de uma exposição à atrocidade pode em parte constituir aquilo que nos leva a identificar oevento como atroz. Prossigo então argumentando que quando a vergonha está ausente, esta ausência pode servir para nos cegar para a atrocidade que está à nossa frente, e que é nossa tarefa tentar evitar. Sentir vergonha faz parte de ver a atrocidade pelo que ela é de uma maneira apropriada emocionalmente engajada. Ela é, portanto, uma parte vital de ser humano, e sua ausência em certos casos é uma insuficiência demasiadamente humana de humanidade.
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