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Justiça e beneficência: notas sobre uma possível aproximação entre Immanuel Kant e Adam Smith

    1. [1] Universidade Estadual de Londrina

      Universidade Estadual de Londrina

      Brasil

  • Localización: Revista de filosofía Aurora, ISSN-e 2965-1565, ISSN 2965-1557, Vol. 28, Nº. 44, 2016 (Ejemplar dedicado a: Kant), págs. 391-408
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Justice and beneficence: remarks on a possible proximity between Immanuel Kant and Adam Smith
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      Immanuel Kant and Adam Smith were two philosophers close in the history, after all, they were two modern thinkers of recognized importance. In addition to the temporal proximity, Adam Smith was a personal friend and interlocutor of the philosopher who possibly more impressed Kant, namely David Hume. It is not then surprising that there are points of contact between the works of Kant and Smith, unless we forget that in addition to being a pioneer of economics, Smith was also an important moral philosopher. This mere possibility of a relation is enhanced by records of Kant's admiration for Smith in unpublished writings of the first. Given Kant's esteem for Smith's enquiry into the moral knowledge of man, this work explores a parallel between how Smith compares the virtue of justice to the virtue of charity in the work The Theory of Moral Sentiments and how Kant distinguishes juridical duties and ethical duties or duties of virtue in his Metaphysics of Morals. The hypothesis we have in view is that Smith could have presented to Kant the common moral knowledge that would be formulated in metaphysical principles by Kant. In fact, more than discovering whether it was from Smith's work that Kant derived distinctions and conceptual analysis so important to his own moral philosophy, it is our aim to notice how the thought of the two philosophers could well maintain that relation to each other, such that one can be used to illuminate another.

    • português

      Immanuel Kant e Adam Smith foram dois filósofos historicamente próximos, afinal, foram dois pensadores modernos de reconhecida importância. Além da proximidade temporal, Adam Smith foi amigo pessoal e interlocutor daquele que foi o filósofo que, possivelmente, mais impressionava Kant, a saber, David Hume. Não é então de se estranhar que existam pontos de contato entre as obras de Kant e Smith, a menos que nos esqueçamos que, além de ser um pioneiro da ciência econômica, Smith foi também um importante filósofo moral. Essa mera possibilidade de uma relação é reforçada por registros da admiração de Kant por Smith em escritos não publicados do primeiro. Dado o apreço de Kant pela investigação de Smith sobre o conhecimento moral do homem, este trabalho explora um paralelo entre o modo como Smith compara a virtude da justiça à virtude da beneficência na obra A Teoria dos Sentimentos Morais e o modo como Kant distingue os deveres jurídicos dos deveres éticos ou de virtude em sua Metafísica dos Costumes. A hipótese que temos em vista é que Smith poderia ter apresentado a Kant o conhecimento moral comum que haveria de ser formulado em princípios metafísicos por Kant. Na verdade, mais do que sabermos se foi de Smith que Kant retirou distinções e análises conceituais tão caras a sua própria filosofia moral, importa exatamente notar como o pensamento dos dois filósofos poderia bem guardar a referida relação um para o outro, de tal forma que um possa ser usado para iluminar o outro.


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