En la celebración de los 70 años de la primera emisión de la televisión argentina, vemos que no somos como ella quería –o al menos esperaba- que fuéramos en relación con la reproducción de prácticas culturales, visión del mundo y la creación y apropiación de un lenguaje y expresiones, netamente argentinas. Así, el presente artículo ofrece una reflexión sobre como en el 70 aniversario del medio audiovisual más usado y visto a lo largo de los años, el telespectador adquirió hábitos de consumo locales, se pregunta sobre las horas vistas, las características culturales y la televisión que no fue y hubiéramos querido que fuera: “reflexiva; debatidora (que no es lo mismo que peleadora ni generadora de escándalos); descubridora de caminos; propiciadora de encuentros; refugio de los mejores en cada tema; iluminadora de vocaciones; creadora y porque no, cultural”. De esta manera, se brinda al lector un recorrido desde sus inicios hasta los debates actuales sobre los procesos de digitalización que la atraviesan, tocando todos los temas que hacen a la televisión en la cotidianeidad de los argentinos.
Na celebração dos 70 anos da primeira emissão da televisão argentina, podemos ver que não somos como ela queria, ou não como se esperava, que fôramos em relação com a reprodução de práticas culturais, visão do mundo, e a criação e apropriação de uma linguagem e expressões propriamente argentinas. Assim, o presente artigo oferece uma reflexão dos 70 aniversário do médio audiovisual mais usado e visto ao longo dos anos, dos hábitos de consumo locais que o telespectador adquiriu, se pergunta pelas horas que viu a televisão, pelas características culturais e pela televisão que não foi e que houvéssemos querido que fosse: “reflexiva, com debates (que não é o mesmo que seja causante de discuções o de escândalos); descobridora de caminhos, que facilite encontros, refúgios dos melhores em cada tema, que gere luz nas vocações das pessoas, criadora de conteúdos e também cultural”. De esse modo, se oferece ao leitor um percorrido desde seus inicios até os debates atuais sobre os processos de digitalização que atravessam ela, discutindo todos os temas que fazem a televisão na cotidianidade dos argentinos.
As we celebrate 70 years of the first broadcasting signal of Argentinean television, we see that we are not as it wanted -or at least we expected- to be in relation to the reproduction of cultural practices, worldviews, and the creation and appropriation of a distinctly Argentine language and expressions. Thus, this article offers a reflection on how on the 70th anniversary of the most used and watched audio-visual medium over the years, on how the televiewer acquired local consumption habits, asks about the television hours watched during the last decades, their cultural characteristics, and how we are not like the television wanted, but also, the television is not like we would like it to be: “reflective; debating (which is not the same as cause discussions or generate scandals); discoverer of new ways of thinking; facilitator of encounters; refuge of the best in each subject; enlightener of vocations; creative and, why not, cultural”. In this way, it is offered to the reader a journey from the beginning of television to the current debates on its digitalization processes that are taking place, analysing all the issues that affect television in the daily lives of Argentine citizens.
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