Introdução: Os tratamentos de radioterapia requerem para garantir a igualdade entre as doses prescritas e entregues ao paciente, para que sejam utilizadas a dosimetria. No entanto, na braquiterapia, é encontrado um gradiente de dose alto em regiões próximas à fonte, fazendo a dosimetria experimental complexa. Então, recomendamos a simulação de Monte Carlo para satisfazer essa demanda. Objetivo: Por ello, este trabalho analisou a resposta dos códigos Monte Carlo: PENELOPE e TOPAS. Métodos: Se comparar cenários de teleterapia e braquiterapia, analisando a resposta dosimétrica de irradiação em três materiais diferentes: água líquida, água sólida e perspex. Se realizaram simulações seguindo os mesmos parâmetros em ambos os códigos, mantendo 5x10 8 partículas simuladas em um objeto simulador de 30 cm de lado. No cenário de teleterapia foram simulados fotones e elétrons e no cenário de braquiterapia foi modelado uma fonte de paladio-103. Resultados: Assim, a análise dos perfis de dosagem em profundidade para teleterapia, validou os códigos porque obtuvieron comportamentos acordes com valores experimentais. No cenário de braquiterapia, as curvas obtiveram respostas semelhantes, com uma variação pontual de 4 pp Finalmente, os sistemas de simulação demonstrados foram análogos entre as curvas para alterar a composição do material do objeto simulador, com a maior variação de 4 pp e 15 pp para teleterapia e braquiterapia, respectivamente. Conclusão: Assim, os códigos de simulação estudados são apresentados como ferramentas promissoras para a realização de dosimetria.
Introdução: Os tratamentos de radioterapia exigem que se garanta a igualdade entre a dose prescrita e a dose entregue ao paciente, sendo a dosimetria utilizada para essa análise. Entretanto, nas técnicas de braquiterapia, um alto gradiente de dose é encontrado em regiões próximas à fonte, tornando a dosimetria experimental complexa. Dessa forma, a simulação de Monte Carlo é recomendada para atender a essa demanda. Objetivo: Dessa forma, este estudo analisou a resposta de dois códigos de Monte Carlo: PENELOPE e TOPAS. Métodos: Foram comparados cenários de teleterapia e braquiterapia, e a resposta dosimétrica foi analisada quando a irradiação ocorreu em três materiais diferentes: água líquida, água sólida e perspex. Para isso, foram realizadas simulações seguindo os mesmos parâmetros em ambos os códigos, mantendo 5x10 8 partículas simuladas em um fantoma de 30 cm de lado. No cenário de teleterapia, foram simulados fótons e elétrons, e no cenário de braquiterapia, foi modelada uma fonte de paládio-103. Resultados: Dessa forma, por meio da análise dos perfis de dose em profundidade para teleterapia, foi possível validar ambos os códigos, pois ambos apresentaram comportamentos condizentes com os valores experimentais. Em relação ao cenário de braquiterapia, as curvas obtidas apresentaram respostas semelhantes, com variação pontual de 4 pp em relação à literatura. Por fim, os sistemas de simulação se mostraram análogos entre as curvas para a mudança do material de composição do phantom, sendo a variação máxima de 4 pp e 15 pp para teleterapia e braquiterapia, respectivamente. Conclusão: Portanto, os códigos de simulação estudados se apresentam como ferramentas promissoras para a realização de dosimetria.
© 2001-2026 Fundación Dialnet · Todos los derechos reservados