México
El referente de los pueblos originarios andinos de Juan José, es el cimiento para la crítica hacia la ontología moderna. Bautista, al igual que, Marx y Dussel, siempre tienen como fundamento a la vida humana como principio, punto de partida antropológico material, fuente de vida y creadora de estructuras ontológicas y epistemologías situadas culturalmente. El filósofo no solo es un sujeto epistémico, antes de eso, es un cuerpo material viviente, un ser humano complejo, en consecuencia, su labor no se reduce a una intensión epistemológica, sino también, y en última instancia, a trasformar la realidad; en el caso de los filósofos de la liberación, la trasformación de la realidad de las víctimas, para ello es necesaria la traza de la construcción de un marco categorial, como labor del filosofar del pensador crítico. El modo de expresar dicho pensamiento filosófico en las civilizaciones de Abya Yala, anteriores a 1492, no es a la manera occidental. Que el pensamiento crítico de las civilizaciones originarias de Abya Yala no haya sido expresado en la narrativa filosófica de la tradición occidental, no quiere decir que no existe filosofía de la liberación nativa en nuestros pueblos originarios anteriores a dicho año.
Juan José's reference to the native Andean peoples is the foundation for criticism of modern ontology. Bautista, like Marx and Dussel, always has as his foundation human life as a principle, a material anthropological starting point, a source of life, and the creator of ontological structures and culturally situated epistemologies. The philosopher is not only an epistemic subject; before that, he is a living, material body—a complex human being. Consequently, his work is not limited to an epistemological intention but also, ultimately, to transforming reality; in the case of liberation philosophers, this transformation involves the reality of the victims. For this, it is necessary to outline the construction of a categorical framework as part of the work of critical philosophical thinking. The manner in which this philosophical thought is expressed in the civilizations of Abya Yala, prior to 1492, is not in the Western way. The fact that the critical thinking of the original civilizations of Abya Yala has not been expressed in the philosophical narrative of the Western tradition does not imply that there was no philosophy of native liberation among our indigenous peoples prior to that time.
O referencial dos povos indígenas andinos de Juan José é a base para a crítica à ontologia moderna. Bautista, assim como Marx e Dussel, sempre fundamenta sua abordagem na vida humana como princípio, ponto de partida antropológico material, fonte de vida e criadora de estruturas ontológicas e epistemologias culturalmente situadas. O filósofo não é apenas um sujeito epistêmico; antes disso, é um corpo material vivo, um ser humano complexo. Consequentemente, seu trabalho não se reduz a uma intenção epistêmica, mas também, e em última instância, à transformação da realidade; no caso dos filósofos da libertação, à transformação da realidade das vítimas. Para isso, é necessária a construção de um marco categorial, como parte da atividade do pensar crítico. A forma de expressar esse pensamento filosófico nas civilizações de Abya Yala, anteriores a 1492, não é da maneira ocidental. O fato de que o pensamento crítico das civilizações originárias de Abya Yala não tenha sido expresso na narrativa filosófica da tradição ocidental não significa que não exista filosofia de libertação nativa entre nossos povos originários antes dessa data.
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