Brasil
La combinación de la muerte y la tecnología es un tema delicado, especialmente cuando se incluye la inteligencia artificial (IA), como se vio en el Caso Elis Regina en Brasil. Volkswagen utilizó IA para revivir la imagen de la cantante, ya fallecida, en un anuncio publicitario, lo que generó un amplio debate a nivel nacional y global sobre las implicaciones éticas y legales de que la IA cree nuevas imágenes de personas fallecidas, fenómeno conocido como “necromancia digital”. Iniciativas como el Proyecto de Ley N.º 3592/23 buscan regular el uso de la imagen postmortem, exigiendo consentimiento explícito o, en su defecto, presumiendo su prohibición. Este artículo explora las dimensiones bioéticas que plantea el caso, profundizando en los dilemas éticos y las respuestas legales, a la vez que arroja luz sobre el panorama en evolución de la bioética y el derecho en la era del avance tecnológico. Mediante el estudio del caso, el artículo concluye que el Proyecto de Ley N.º 3592/23 ofrece una solución parcial a un dilema ético complejo, abriendo una posible vía para futuros reguladores.
The combination of death and technology is a tricky topic, especially with Artificial Intelligence (AI) thrown into the mix, as seen in the Elis Regina Case in Brazil. Volkswagen used AI to bring back the late singer’s image for a commercial, which sparked debates nationwide and globally about the ethical and legal implications of AI resurrecting deceased individuals’ images, dubbed “digital necromancy”. Efforts such as Bill No. 3592/23 aim to regulate postmortem image use, requiring explicit consent or presuming its prohibition. This paper explores the bioethical dimensions raised by the case, diving into the ethical dilemmas and legal responses while shedding light on the evolving landscape of bioethics and law in the age of advancing technology. Using a case study, this paper concludes that Bill No. 3592/23 offers a partial solution to a complex ethical dilemma, opening a possible pathway for future regulators.
A combinação da morte e da tecnologia é um tema delicado, especialmente quando se inclui a inteligência artificial (IA), como foi visto no Caso Elis Regina no Brasil. A Volkswagen utilizou IA para reviver a imagem da cantora, já falecida, em um anúncio publicitário, o que gerou um amplo debate a nível nacional e global sobre as implicações éticas e legais de a IA criar novas imagens de pessoas falecidas, fenômeno conhecido como “necromancia digital”. Iniciativas como o Projeto de Lei N.º 3592/23 buscam regular o uso da imagem post-mortem, exigindo consentimento explícito ou, na falta deste, presumindo sua proibição. Este artigo explora as dimensões bioéticas que o caso levanta, aprofundando-se nos dilemas éticos e nas respostas legais, ao mesmo tempo que lança luz sobre o panorama em evolução da bioética e do direito na era do avanço tecnológico. Por meio do estudo do caso, o artigo conclui que o Projeto de Lei N.º 3592/23 oferece uma solução parcial para um dilema ético complexo, abrindo uma possível via para futuros reguladores.
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