Iquique, Chile
Este artículo aborda la participación de los jóvenes en los Comité de Integración y Desarrollo Fronterizo (cidf.), en el marco de algunas innovaciones en la relación bilateral fronteriza chileno-peruana. Así, se estudia a los jóvenes como actores emergentes en la actividad (para)diplomática interregional entre Arica y Tacna. El objetivo es interpretar etnográficamente la participación de aquellos en estos foros bilaterales, agrupados como Consejo Binacional de la Juventud Tacna-Arica. Se recuperaron y analizaron las trayectorias de estos actores organizados, que convergen junto a otros actores más institucionalizados en el comité. En los resultados, se presenta la caracterización de los jóvenes a partir de las dinámicas de alteridad existentes entre esta pluralidad de actores, en tanto sectores emergentes e invisibilizados en el debate tradicional de las relaciones internacionales.
No marco de algumas inovações na relação bilateral chileno-peruana em suas fronteiras, este artigo aborda a participação de jovens nos Comitê de Integração e Desenvolvimento Fronteiriço (cidf) como atores emergentes na atividade (para)diplomática inter-regional entre Arica e Tacna. O objetivo é interpretar etnograficamente a participação dos jovens nos fóruns bilaterais, agrupados como Conselho Binacional da Juventude de Tacna Arica. São recuperadas e analisadas as trajetórias desses atores organizados, que convergem com outros atores mais institucionalizados do comitê. Nos resultados, os jovens são caracterizados a partir da dinâmica de alteridade existente entre essa pluralidade de atores, como setores emergentes e invisíveis no debate tradicional das relações internacionais.
This article studies the participation of young people in the Border Integration and Development Committee (CIDF), a novel space in the Chilean-Peruvian bilateral relationship. Youth are studied as emerging actors in inter-regional (para)diplomatic activity between Arica and Tacna. My objective is to ethnographically interpret their participation in the bilateral forums known as the Binational Youth Council of Tacna Arica. The trajectories of these actors are retrieved and analyzed, as is their process of convergence with other more institutionalized actors in bilateral venues. The results characterize youth through the dynamics of otherness amongst a plurality of actors. This analyzes showcases youths as emerging, though usually invisible players in traditional international relations debates.
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