Introducción: Las familias están en constante interacción con el medio ambiente y esto influye en los procesos de salud/enfermedad. La fiebre es una manifestación muy común en los niños en edad preescolar, pudiendo observarse una variedad de intervenciones parentales que pueden comprometer su evolución natural. Para perfilar documentos y protocolos de buenas prácticas es necesario conocer el estado del arte, mapeando la mejor evidencia científica.
Objetivo: Sistematizar los determinantes de conocimientos y prácticas de padres de niños en edad preescolar, ante una situación febril.
Métodos: De acuerdo con los principios metodológicos de un “Scoping Review”, propuesto por el Instituto Joanna Briggs, se definió la siguiente pregunta: “¿Qué factores determinan las practicas parentales en niños preescolares respecto al manejo de la fiebre?”. Para extraer los datos se utilizaron las principales bases científicas en salud, posteriormente revisadas en Rayan.
Resultados: Los 29 estudios surgidos se categorizaron en dos grupos: internos -educación, experiencia previa y formación en salud; Externo -rede sociofamiliar y acceso a la asistencia sanitaria.
Conclusión: La literatura encontrada incluye estudios centrados en las prácticas de los equipos familiares, por ser el recurso de mayor apoyo y proximidad. Es fundamental utilizar estrategias con las familias, reconociendo sus determinantes conductuales, evitando la adopción de prácticas erróneas y el uso inadecuado de los servicios de salud. También se sugiere promover el manejo integrado de la fiebre en niños, en los diferentes niveles de atención.
Introduction: Families constantly interact with the environment, which influences health/disease processes. Fever is a very common manifestation in preschool children, and various parental interventions can be observed that can compromise their natural evolution. To outline good practice documents and protocols, the state of the art must be known, mapping the best scientific evidence.
Objective: Systematizing the determinants of knowledge and practices of parents of preschool children faced with a feverish situation.
Methods: In accordance with the methodological principles of a “Scoping Review”, proposed by the Joanna Briggs Institute, the following question was defined: “What factors determine parental practices in preschool children regarding fever management?”. To extract the data, the main scientific bases in health were used and later reviewed in Rayan.
Results: The 29 studies that emerged were categorized into two groups: internal - education, previous experience, and training in health; External - socio-family network and access to healthcare.
Conclusion: The literature found includes studies focusing on the practices of family teams, as they are the resource with the greatest support and proximity. It is essential to use strategies with families, recognizing their behavioral determinants and avoiding the adoption of wrong practices and inadequate use of health services. It is also suggested that integrated management of fever in children at different levels of care be promoted.
Introdução: As famílias estão em interação constante com o ambiente e este influencia os processos saúde/doença. A febre é uma manifestação muito comum na criança em idade pré-escolar, pudendo constatar-se uma diversidade de intervenções parentais que podem comprometer a sua evolução natural.Para delinear documentos e protocolos de boas práticas , deve conhecer-se o estado da arte, mapeando a melhor evidência científica.
Objetivo: Sistematizar os determinantes do conhecimento e práticas dos pais de crianças em fase pré-escolar perante um quadro febril.
Métodos: De acordo com os princípios metodológicos de uma “Scoping Review”, proposta pelo Instituto Joanna Briggs, definiu-se como questão: “Quais os fatores que determinam as práticas parentais em crianças em idade pré-escolar face à gestão da febre?”. Para extração dos dados, foram utilizadas as principais bases cientificas em saude, posteriormente revisados no Rayan.
Resultados: Os 29 estudos emergidos foram categorizados em dois grupos:internos –idade da criança, experiência anterior e formação dos pais ; externos -rede familiar/sociocultural e cuidados de saúde.
Conclusão: A literatura encontrada porpõe estudos com foco em práticas das equipas de família, já que são o recurso de maior suporte e proximidade. É fundamental o uso de estratégias junto das famílias, reconhecendo os seus determinantes comportamentais, evitando a adoção de práticas erradas e recurso inadequado aos serviços de saúde. Sugere-se também a promoção da gestão integrada da febre na criança, nos diferentes níveis de cuidados.
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