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Rosário, Sâmia Carolina Gomes
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dos Santos, Tânia Regina Lobato
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Brasil
O objetivo deste artigo é analisar a representação social nas narrativas de professores que trabalham com alunos com deficiência sobre a prática pedagógica inclusiva na sala de recursos multifuncionais ou na sala regular. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica com ênfase nas Representações Sociais de Moscovici (2015), Jodelet (2001; 2005) e em Sá (1995), que encontraram potencialidades na educação e no campo da educação especial e inclusiva, em Dotta (2006) , Gilly (2002) e Oliveira (2005; 2014). Para este estudo foram utilizados dados da pesquisa realizada por Tavares e Pastana (2014); os artigos de Benjamin et al. (2014) e Neves et al. (2014), publicado em Oliveira (2014); e Cassar (2009). As narrativas dos professores foram apresentadas em Kassar (2009), Soares e Carvalho (2012) e Rodrigues e Bugarim (2014). Como resultado da análise, constatamos que algumas representações se destacaram: 1. Os professores resistem em trabalhar com o público da educação especial; 2. Professores sem formação específica não têm capacidade para lidar com alunos com deficiência; 3. O professor da escola regular não tem interesse em formação sobre temas inclusivos; 4. O trabalho desenvolvido em salas de recursos multifuncionais é desvalorizado no contexto educativo e escolar. Conclui-se que, embora a pesquisa tenha sido realizada em dois estados e cinco municípios, foram encontradas aproximações significativas em relação às representações dos professores, demonstrando que algumas das representações evidenciadas povoam diferentes realidades brasileiras.
O objetivo deste artigo é analisar a representação social nas narrativas de professores que atuam com alunos com deficiência, sobre a inclusão da prática pedagógica em uma sala de recursos multifuncionais ou em sala de aula regular. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica com ênfase nas Representações Sociais de Moscovici (2015), Jodelet (2001; 2005) e Sá (1995), que encontraram potencialidades na educação e no campo da educação especial e inclusiva, em Dotta (2006), Gilly (2002) e Oliveira (2005; 2014). Para este estudo foram utilizados dados da pesquisa realizada por Tavares e Pastana (2014); os artigos de Benjamin et al. (2014) e Neves et al. (2014), publicado em Oliveira (2014); e em Kassar (2009). As narrativas dos professores foram coletadas em Kassar (2009), Soares e Carvalho (2012) e Rodrigues e Bugarim (2014). Como resultado da análise, constatamos que algumas representações se destacaram: 1. Os professores demonstram resistência em trabalhar com o público da educação especial; 2. O professor sem formação específica não tem condições de lidar com alunos com deficiência; 3. O professor do ensino regular não se interessa pelas formações da temática inclusiva; 4. O trabalho desenvolvido em salas de recursos multifuncionais é desvalorizado no contexto educativo e escolar. Conclui-se que embora a pesquisa tenha ocorrido em dois estados e cinco municípios, encontramos aproximações significativas em relação às representações dos professores, demonstrando que algumas das representações evidenciadas povoam diferentes realidades brasileiras.
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