Brasil
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El movimiento olímpico de la modernidad y el proceso de industrialización surgen prácticamente en el mismo momento, cuando el deporte se vuelve útil para mantener el cuerpo productivo y controlado. En este contexto, las máquinas y las aspiraciones de ruptura con las representaciones culturales identificadas con lo antiguo son necesarias para el imaginario social. En esta investigación, presentamos una historia de la equitación olímpica registrada a través de imágenes de las cámaras y difundidas por la prensa brasileña. El objetivo principal es presentar memorias deportivas olímpicas de la modalidad de salto ecuestre brasileña, constituidas por medio de fotografías entre 1948 y 1996. El marco temporal de la investigación se sitúa entre el año 1948, cuando, por primera vez, atletas brasileños en la práctica del salto de obstáculos representaron al país en los Juegos Olímpicos, y se extiende hasta el año 1996, que marca la primera medalla olímpica brasileña en esa modalidad ecuestre. De esta forma, vinculamos dos instrumentos de la modernidad y su relación con el movimiento olímpico, aplicando, como metodología, el análisis de imágenes transmitidas por los reportajes sobre las delegaciones brasileñas en el escenario olímpico. Además, se sometieron, a análisis documental, publicaciones periódicas, diarios, revistas y otros periódicos, que contenían el tema, disponibles en la Hemeroteca Digital (BNDigital) de la Fundación Biblioteca Nacional. También se accedió a imágenes disponibles en centros de memoria deportiva, sitios web de la Confederación Brasileña de Hipismo (CBH), de federaciones estatales y la Federación Ecuestre Internacional (FEI). Frente al problema de la imagen como operador de la memoria deportiva e instrumento de la modernidad, la interpretación de los registros se apoya en el campo de la Nueva Historia Cultural, con el fin de comprender cómo se produjo el archivo y cuáles son sus funciones en la composición de un instrumento o lugar de la memoria. Del mismo modo, buscamos interrelacionar los registros que se conservan y los que no permanecen, procurando cruzar los disponibles en los centros de memoria y sitios web oficiales con otros encontrados en la prensa de la época.
O movimento olímpico da modernidade e o processo de industrialização emergem praticamente no mesmo momento, quando o esporte é vislumbrado como um instrumento benéfico para manter o corpo produtivo e controlado. Nessa direção, as máquinas e as aspirações de ruptura com as representações culturais identificadas com o antigo fazem-se necessárias à conformação de outro imaginário social. O hipismo é uma das práticas esportivas que pode exemplificar a construção de descontinuidades e continuidades de representações na dinâmica entre o antigo e o moderno. O objetivo da pesquisa é investigar que representações culturais da modalidade do salto do hipismo foram estabelecidas por meio de fotografias veiculadas em reportagens sobre a participação brasileira nos Jogos Olímpicos entre os anos de 1948 e 1996. O recorte temporal da pesquisa situa-se entre o ano de 1948, quando, pela primeira vez, atletas brasileiros da modalidade Salto do Hipismo representaram o país em Jogos Olímpicos, e estende-se até o ano de 1996, o qual baliza a conquista da primeira medalha olímpica brasileira na referida modalidade hípica. De tal modo, atrelamos dois artefatos de modernidade e sua relação com o movimento olímpico, ao aplicarmos, como metodologia, a análise de imagens veiculadas pelas reportagens sobre as delegações brasileiras no cenário olímpico. Além disto, foram submetidos, à análise documental, jornais, revistas e demais periódicos que continham a temática disponível na Hemeroteca Digital (BNDigital) da Fundação Biblioteca Nacional. Foram acessadas imagens disponíveis em centros de memória do esporte, sites da Confederação Brasileira de Hipismo (CBH), de federações estaduais e da Federação Equestre Internacional (FEI). Diante da problemática da imagem como operador da memória esportiva e artefato de modernidade, a interpretação dos indícios está amparada no campo da Nova História Cultural, a fim de compreender como sucedeu o registro e quais as suas funções na composição de um artefato ou lugar de memória. Do mesmo modo, buscamos interpenetrar os registros que se conservam e aqueles que não permanecem, ao empenharmo-nos em cruzar aqueles que estão disponíveis nos centros de memória e nos sites oficiais com os demais encontrados na imprensa do período
hipismo, Jogos Olímpicos, fotografia, história do esporte, memória esportiva
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