Braga (São José de São Lázaro), Portugal
As reformas no setor da saúde em Portugal e, de um modo geral, nos países do sul da Europa, têm seguido um perfil de afastamento face ao “bem público”, assumindo derivadas gestionárias e empresariais próximas do setor privado. Igualmente, os profissionais do Serviço Nacional de Saúde (SNS) enfrentam crises estatutárias, degradação de condições de trabalho e de precarização das relações laborais, que se intensificaram em contexto da pandemia. Partindo de um diagnóstico assente em pesquisa documental e qualitativa, é nossa intenção analisar e interpretar as lógicas de (des)articulação dos vínculos laborais e suas implicações nas equipas de trabalho e organização da prestação de cuidados de saúde, mobilizando--se os contributos relevantes da sociologia do trabalho, das organizações e das profissões.
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