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Memorias de un blando país de aguas: infancia, exilio y objetos sonoros de la diferencia en Uruguay (1973-1985) y Argentina (1976-1983)

    1. [1] Universidad de San Martín
  • Localización: Historia y sociedad, ISSN 0121-8417, Nº. 45, 2023 (Ejemplar dedicado a: July-December 2023. The Places of Memory in Tension: Symbols, Memory and National Construction), págs. 151-181
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • Memórias de um país de águas mansas: infância, exílio e objetos sonoros da diferença no Uruguai (1973-1985) e na Argentina (1976-1983)
    • Memories of a Soft Country of Waters: Childhood, Exile and Sound Objects of Difference in Uruguay (1973-1985) and Argentina (1976-1983)
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      este artículo explora las memorias de infancia de quienes experimentaron el exilio de las últimas dictaduras de Argentina (1976-1983) y Uruguay (1973-1985). A través de las escenas en torno a la música, se procura comprender los modos en que niños y niñas de entonces han labrado una experiencia particular en el modo de construir pertenencias y diferencias. Para ello, a partir de un enfoque biográfico y de entrevistas propias, se atiende a la dimensión sonora que es iluminada en los relatos. Esta dimensión se propone como otro eje, aún no explorado, que permite considerar esta particularidad en las narrativas de quienes atravesaron el exilio de dos de las últimas dictaduras del Cono Sur siendo aún niños y niñas. La hipótesis presentada sugiere la posibilidad de considerar la experiencia de la diferencia como rasgo biográfico asociado al exilio infantil. En este sentido, los objetos sonoros, presentes en las escenas evocadas, han configurado un singular repertorio de identificaciones entre la esfera familiar y la social en el destierro. Así, entre los bordes imprecisos que, como el agua, proponen la música y el propio recuerdo infantil, se desliza otra fuente desde donde comprender las trazas que hacen del exilio durante la infancia una experiencia singular.

    • English

      this article explores the childhood memories of those who experienced exile during the last dictatorships in Argentina (1976-1983) and Uruguay (1973-1985). Through the scenes around music, an attempt is made to understand the ways in which boys and girls of that time have carved out a particular experience in the way of building belongings and differences. For this, from a biographical approach and own interviews, attention is paid to the sound dimension that is illuminated in the stories. This dimension is proposed as another axis, not yet explored, that allows considering this particularity in the narratives of those who went through the exile of two of the last dictatorships in the Southern Cone while still boys and girls. The hypothesis presented suggests the possibility of considering the experience of difference as a biographical trait associated with childhood exile. In this sense, the sound objects, present in the evoked scenes, have configured a singular repertoire of identifications between the family and the social sphere in exile. Thus, between the imprecise edges that, like water, are proposed by music and childhood memory itself, slips another source from which to understand the traces that make exile during childhood a unique experience.

    • português

      este artigo explora as memórias de infância daqueles que viveram o exílio durante as últimas ditaduras na Argentina (1976-1983) e no Uruguai (1973-1985). Através das cenas em torno da música, procura-se compreender as formas como meninos e meninas da época forjaram uma experiência particular no modo de construir pertencimentos e diferenças. Para isso, a partir de uma abordagem biográfica e de entrevistas próprias, atenta-se para a dimensão sonora que se ilumina nas histórias. Essa dimensão é proposta como outro eixo, ainda não explorado, que permite considerar essa particularidade nas narrativas daqueles que passaram pelo exílio de duas das últimas ditaduras no Cone Sul ainda meninos e meninas. A hipótese apresentada sugere a possibilidade de considerar a experiência da diferença como um traço biográfico associado ao exílio infantil. Nesse sentido, os objetos sonoros, presentes nas cenas evocadas, configuraram um repertório singular de identificações entre a família e a esfera social no exílio. Assim, entre as bordas imprecisas que, como a água, são propostas pela música e pela própria memória da infância, desliza outra fonte para compreender os rastros que fazem do exílio na infância uma experiência única.


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