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Notas sobre economía popular, social y solidaria en gobiernos progresistas latinoamericanos y sus vínculos con la valorización de organizaciones

    1. [1] Universidad Javeriana
  • Localización: Anuario Centro de Estudios Económicos de la Empresa y el Desarrollo, ISSN-e 2545-8299, ISSN 1852-5784, Nº. 19, 2023 (Ejemplar dedicado a: Anuario Junio-Noviembre 2023), págs. 27-49
  • Idioma: español
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Producto de la creciente desigualdad, exiguos avances en la reducción de la pobreza y mayores tensiones en el ejercicio de la participación democrática han llegado desde finales del siglo XX a Latinoamérica varios gobiernos con discursos alternativos autodenominados “progresistas”. Dichos gobiernos han llegado con el respaldo de movimientos sociales y organizaciones alternativas. Muchas de ellas identificadas con la economía social y solidaria como esfera de iniciativas civiles.

        A partir de un método hipotético – deductivo se analiza la evolución de este tipo de economías en los países bajo estudio, sus agentes y relaciones en los mercados. De este análisis se deriva la identificación de un problema sustantivo: tratar de mercantilizar bajo títulos como emprendimientos competitivos e innovaciones eficientes a las iniciativas alternativas propias de la economía social y solidaria.    Con estos elementos se señala cómo la dicotomía entre el fomento de políticas neoliberales y políticas progresistas no termina de propiciar un desarrollo sostenido de la economía popular, social y solidaria como sector alternativo en los mercados. Repensar una nueva generación de políticas públicas de fomento requiere una mirada sectorial de la economía social, popular y solidaria que propicie condiciones para su reconocimiento basado en sus especificidades y su desarrollo autónomo.

    • português

        Como resultado da crescente desigualdade, parcos avanços na redução da pobreza e maiores tensões no exercício da participação democrática, desde o final do século XX chegaram à América Latina vários governos com discursos alternativos que se autodenominam "progressistas". Esses governos chegaram com o apoio de movimentos sociais e organizações alternativas. Muitos deles se identificaram com a economia social e solidária como esfera de iniciativas civis.

        A partir de um método hipotético-dedutivo, analisa-se a evolução deste tipo de economia nos países em estudo, seus agentes e relações nos mercados. Desta análise deriva a identificação de um problema substantivo: tentar comercializar sob títulos como empreendimentos competitivos e inovações eficientes as iniciativas alternativas da economia social e solidária.

        Com esses elementos, aponta-se como a dicotomia entre a promoção de políticas neoliberais e políticas progressistas não acaba por promover um desenvolvimento sustentado da economia popular, social e solidária como setor alternativo nos mercados. Repensar uma nova geração de políticas públicas de promoção requer uma visão setorial da economia social, popular e solidária que crie condições para o seu reconhecimento com base nas suas especificidades e no seu desenvolvimento autónomo

    • English

      As a result of growing inequality, meager progress in reducing poverty and greater tensions in the exercise of democratic participation, since the end of the 20th century several governments with alternative discourses calling themselves "progressive" have arrived in Latin America. These governments have arrived with the support of social movements and alternative organizations. Many of them identified with the social and solidarity economy as a sphere of civil initiatives.

        From a hypothetical-deductive method, the evolution of this type of economy in the countries under study, its agents and relationships in the markets is analyzed. From this analysis the identification of a substantive problem is derived: trying to commercialize under headings such as competitive ventures and efficient innovations the alternative initiatives of the social and solidarity economy.

        With these elements, it is pointed out how the dichotomy between the promotion of neoliberal policies and progressive policies does not end up promoting a sustained development of the popular, social and solidarity economy as an alternative sector in the markets. Rethinking a new generation of public promotion policies requires a sectoral view of the social, popular and solidarity economy that fosters conditions for its recognition based on its specificities and its autonomous development.


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