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Narrativas de cuidadoras informales: la decisión de cuidar

  • Autores: Raúl Octavio Hozven Valenzuela, Jemima Fernández Valenzuela, Ketty Cazorla Becerra, Patricia Castañeda
  • Localización: Cultura de los cuidados: Revista de Enfermería y Humanidades, ISSN-e 1699-6003, ISSN 1138-1728, Nº. 69, 2024, págs. 31-45
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • Narratives of Informal Caregivers: The Decision to Care
    • Narrativas dos prestadores de cuidados informais: a decisão de cuidar
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      La organización social designa principalmente a las mujeres como las encargadas del cuidado informal, existiendo una invisibilización respecto de cómo se construye en la vida cotidiana este hito que las inviste como sujeto social cuidador predominante. En ese marco, el artículo tiene por objetivo comprender las narrativas ligadas a la decisión de inicio del cuidado informal en mujeres que cuidan personas dependientes. Se realizó una investigación desde una perspectiva epistemológica interpretativa, de tipo descriptiva, cualitativa y de enfoque narrativo define como participantes a 13 cuidadoras informales que son entrevistadas individualmente. Los resultados dan cuenta de narrativas que responden a formas prescritas, canónicas y relacionales para describir el hito de inicio del cuidar. Se concluye que la decisión de cuidar estaría enmarcada en una suerte de designación generizada por mandato (auto)adscrito, presentando tres perfiles destacables: la decisión sin autonomía, la decisión en condiciones de ambivalencia/ contradicción y la decisión influenciada por la familia, comunidad y sistema sanitario.

    • English

      Social organization mainly designates women as the informal caregivers, and there is an invisibilization of how this milestone is constructed in everyday life, which makes them the predominant caregiving social subject. Within this framework, the article aims to understand the narratives linked to the decision to initiate informal caregiving among women who care for dependent persons. A research was conducted from an interpretative epistemological perspective, descriptive, qualitative and narrative approach, defining as participants 13 informal caregivers who were interviewed individually. The results show narratives that respond to prescribed, canonical and relational ways of describing the milestone of the beginning of caregiving. It is concluded that the decision to care would be framed in a kind of designation generated by (self-)ascribed mandate, presenting three remarkable profiles: the decision without autonomy, the decision in conditions of ambivalence/contradiction and the decision influenced by the family, community and health system.

    • português

      A organização social designa principalmente as mulheres como as responsáveis pelo cuidado informal, e há uma invisibilização de como esse marco é construído na vida cotidiana, o que as torna o sujeito social cuidador predominante. Nesse contexto, o artigo tem como objetivo compreender as narrativas ligadas à decisão de iniciar o cuidado informal entre as mulheres que cuidam de dependentes. A pesquisa foi realizada a partir de uma perspectiva epistemológica interpretativa, descritiva, qualitativa e com uma abordagem narrativa, definindo 13 cuidadoras informais como participantes que foram entrevistadas individualmente. Os resultados mostram narrativas que respondem a formas prescritas, canônicas e relacionais de descrever o marco inicial do cuidado. Conclui-se que a decisão de cuidar estaria enquadrada em uma espécie de designação gerada por um mandato (auto)atribuído, apresentando três perfis notáveis: a decisão sem autonomia, a decisão em condições de ambivalência/contradição e a decisão influenciada pela família, comunidade e sistema de saúde.


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