México
Tradicionalmente, desde una posición de izquierda estándar, el egoísmo ha sido rechazado y demonizado por formar parte de un éthos capitalista. El discurso crítico latinoamericano ha heredado esta lectura desde coyunturas revolucionarias y de transformación progresista de los regímenes políticos de la región. Pero la realidad actual nos exige iniciar una serie de consideraciones antropológicas críticas sobre la figura del egoísmo (del “Sí mismo”) para poder entender los nuevos flujos de dinamismo político, sobre todo digital, que son los que definirán en las próximas décadas la suerte de la humanidad. La dimensión más íntima de la subjetividad debe ser nuevamente investigada sin prejuicios para saber comprender las reivindicaciones actuales de las nuevas generaciones y no quedar fuera de esta historia vertiginosa y apasionante.
Tradicionalmente, a partir de uma posição de esquerda padrão, o egoísmo tem sido rejeitado e demonizado por fazer parte de um ethos capitalista. O discurso crítico latino-americano herdou essa leitura desde conjunturas revolucionárias e de transformação progressista dos regimes políticos da região. Mas a realidade atual exige que iniciemos uma série de considerações antropológicas críticas sobre a figura do egoísmo (do "Eu mesmo") para entender os novos fluxos de dinamismo político, sobretudo digital, que irão definir nas próximas décadas o destino da humanidade. A dimensão mais íntima da subjetividade precisa ser novamente investigada sem preconceitos para compreender as reivindicações atuais das novas gerações e não ficar à margem desta história vertiginosa e apaixonante.
Traditionally, from a standard leftist position, selfishness has been rejected and demonized as part of a capitalist ethos. Latin American critical discourse has inherited this interpretation from revolutionary junctures and progressive transformations of the region's political regimes. However, current reality demands that we embark on a series of critical anthropological considerations about the concept of selfishness (of the "Self") in order to understand the new flows of political dynamism, especially digital, that will define humanity's fate in the coming decades. The most intimate dimension of subjectivity must be re-examined without prejudices to comprehend the current claims of new generations and to not be left out of this dizzying and passionate history.
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