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Blocos afro do carnaval de Belo Horizonte: Racialidade e organização

    1. [1] Universidade Federal de Ouro Preto

      Universidade Federal de Ouro Preto

      Brasil

    2. [2] Universidade Federal de Minas Gerais

      Universidade Federal de Minas Gerais

      Brasil

  • Localización: Revista Estudios Sociales Contemporáneos, ISSN 2451-5965, Nº. 31, 2024 (Ejemplar dedicado a: Esclavitud: abordajes multidisciplinarios sobre formas pasadas y presentes), págs. 179-204
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Bloques afro de carnaval en Belo Horizonte: Racialidad y organización
    • Afro blocks of Carnaval in Belo Horizonte: Raciality and organization
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Buscamos entender cómo la racialidad, inherente a los Afroblocos Angola Janga y Magia Negra en el carnaval de Belo Horizonte, Minas Gerais, se moviliza a través de prácticas organizativas, dirigiendo el componente racial hacia la constitución y resignificación de la realidad social. Nos basamos en debates sobre los orígenes de los afro blocos, el racismo, las prácticas organizativas y el proceso organizativo para considerar los afro blocos como organizaciones negras que configuran sus prácticas en el presente, redefiniendo la realidad social en la que se insertan. Utilizamos un enfoque cualitativo, con un contexto de investigación etnográfico, y el análisis temático como herramienta analítica. Los principales resultados destacan seis prácticas comunes en la vida cotidiana de los blocos estudiados: prácticas afectivas, prácticas de financiación, prácticas de negociación, prácticas de recuperación ancestral, prácticas territoriales y prácticas de construcción de conocimiento. Concluimos que los blocos afro, como Angola Janga y Magia Negra, no consideran la raza como una práctica, sino como un principio organizativo. Destacan por su valoración racial y su compromiso antirracista, lo que confiere a estas organizaciones su singularidad. Además de ser focos de resistencia cultural y física, se reconocen como productores de un conocimiento colectivo que cambia y está estrechamente relacionado con las actividades cotidianas.

    • English

      We seek to understand how raciality, which is inherent to the Angola Janga and Magia Negra Afro Blocks in the carnival of Belo Horizonte, Minas Gerais, is mobilized through organizational practices, directing the racial component towards the constitution and re-signification of social reality. We draw on debates about the origins of Afro-blocks, racism, organizational practices and the organizational process to consider Afro-blocks as black organizations that shape their practices in the present, redefining the social reality in which they are inserted. We used a qualitative approach, with an ethnographic research context, and thematic analysis as an analytical tool. The main results highlight six common practices in the daily lives of the blocos studied: emotional practices, financing practices, negotiation practices, ancestral rescue practices, territorial practices and knowledge-building practices. We concluded that the Afro blocos, such as Angola Janga and Magia Negra, do not consider race as a practice, but rather as an organizing principle. They stand out for their racial appreciation and anti-racist commitment, giving these organizations their uniqueness. As well as being hotbeds of cultural and physical resistance, they are recognized as producers of collective knowledge that changes and is closely related to daily activities.

    • português

      Buscamos compreender como a racialidade, que é inerente aos blocos afro Angola Janga e Magia Negra no carnaval de Belo Horizonte, Minas Gerais, é mobilizada por meio das práticas organizativas, direcionando o componente racial para a constituição e ressignificação da realidade social. Baseamo-nos em debates sobre a origem dos blocos afro, racismo, práticas organizativas e processo organizativo para considerar os blocos afro como organizações negras que moldam suas práticas no presente, redefinindo a realidade social em que estão inseridos. Utilizamos uma abordagem qualitativa, com um contexto de pesquisa etnográfica, e a análise temática como ferramenta analítica. Os principais resultados destacam seis práticas comuns no cotidiano dos blocos estudados: práticas emocionais, de financiamento, de negociação, de resgate ancestral, territoriais e de construção de saberes. Concluímos que os blocos afro, como Angola Janga e Magia Negra, não consideram a raça como uma prática, mas sim como um princípio organizativo. Destacam-se pela valorização racial e pelo compromisso antirracista, conferindo singularidade a essas organizações. Além de serem focos de resistência cultural e física, são reconhecidos como produtores de conhecimento coletivo, mutável e intimamente relacionado às atividades diárias.


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