Brasil
El presente estudio busca analizar el contexto de la política lingüística para personas sordas y la producción de poetisas sordas sobre la opresión y la violencia sufrida por las mujeres, reflexionando sobre las acciones lingüísticas institucionales y las prácticas cotidianas de violencia y discriminación. Con el objetivo de investigar cómo los signos poéticos se introdujeron en estas textualidades como estrategia de producción de sentido (como mediadores del mundo). Basándonos en la perspectiva dialógica del discurso de Bajtín y el Círculo (2006, 2008). Con este fin, seleccionamos tres entrevistas a poetisas sordas de la revista "Diálogos em Libras" (UFSC) para describirlas, analizarlas y compararlas. Encontramos que, aunque las políticas en Brasil garantizan el acceso a la información en Libras y la igualdad de género, no es así. Los resultados mostraron la inserción de estéticas, imágenes, géneros y discursos coherentes con el contexto social mediando la configuración de la vida de las personas sordas.
This study proposes an analysis of the context of language policy for deaf people and the production of deaf poets on the oppression and violence suffered by women, reflecting on institutional linguistic actions and everyday practices of violence and discrimination. With the intention of investigating how poetic signs were introduced into these textualities as a strategy for producing meaning (as mediators of the world). Based on Bakhtin and the circle's (2006, 2008) dialogical perspective of discourse. To this end, we selected three interviews with deaf women poets from the magazine "Diálogos em Libras" [Dialogs in Brazilian Sign Language] (UFSC) in order to describe, analyze and compare them. We verified that, although policies in Brazil guarantee access to information in Libras and gender equality. The results showed the insertion of aesthetics, images, genres and discourses in line with the social context mediating the configuration of the lives of deaf people.
Neste estudo propõe-se uma análise do contexto da política linguística para pessoas surdas e a produção de poetisas surdas sobre a opressão e violência sofrida pelas mulheres, refletindo sobre as ações linguísticas institucionais e as práticas cotidianas de violência e discriminação. Com o objetivo de investigar como os signos poéticos foram introduzidos nessas textualidades como estratégia de produção de sentido (como mediadores do mundo). Pautadas na perspectiva dialógica do discurso de Bakhtin e do círculo (2006, 2008). Para tanto, selecionamos três entrevistas com poetisas surdas da revista “Diálogos em Libras” (UFSC) no intuito de descrevê-los, analisá-los e compará-los. Constatamos que, apesar da política no Brasil garantir o acesso às informações em Libras e igualdade de gênero, isso não ocorre de fato. Os resultados demonstraram a inserção de estéticas, imagens, gêneros discursos coesos com o contexto social mediando a configuração da vida dos sujeitos surdos.
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