Brasil
Este trabajo ofrece una reflexión teórica sobre la gestión de propiedades rurales familiares brasileñas a partir de la experiencia de los autores. El concepto de gestión se basa en una visión menos convencional de la gestión, que argumenta que la gestión no puede reducirse a un conjunto de técnicas o fórmulas, sino que es una práctica compleja y multifacética. Se concluye que, a diferencia de lo que comúnmente se afirma sobre la falta de instrumentos de gestión en las propiedades rurales familiares, estos están presentes de manera informal y se utilizan de acuerdo con el tiempo disponible del agricultor y su enfoque, que tiende a centrarse en la producción agrícola in situ. Esta informalidad no es negativa y no es exclusiva de los agricultores familiares, ya que otros gestores de diferentes sectores también la adoptan.
O trabalho faz uma reflexão teórica acerca de gestão de propriedades rurais familiares brasileiras a partir da experiência dos autores. A concepção sobre gestão está embasada na visão menos usual, que defende que a gestão não pode ser reduzida a um conjunto de técnicas ou fórmulas, mas a uma prática complexa e multifacetada. Conclui-se que, diferentemente do que comumente se diz a respeito da ausência de instrumentos de gestão em propriedades rurais familiares, elas estão presentes de maneira informal, e são usadas em conformidade com o tempo disponível do agricultor e seu foco, que tende a ser a produção agrícola in loco. Tal informalidade não é negativa e nem é feita exclusivamente por agricultores familiares.
This paper offers a theoretical reflection on the management of family-owned rural properties in Brazil based on the authors' experiences. The concept of management is grounded in the less conventional view of management who argues that management cannot be reduced to a set of techniques or formulas but is a complex and multifaceted practice. It is concluded that, contrary to the common belief that family-owned rural properties lack management instruments, they are informally present and used in accordance with the available time of the farmer and their focus, which tends to be on on-site agricultural production. This informality is not negative and is not exclusive to family farmers; managers in other sectors also adopt it.
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