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Del pueblo ideal al pueblo real: La ruralidad sgún dos ong al rescate de "Pueblos Despoblados" argentinos

    1. [1] Instituto de Altos Estudios Sociales, Universidad Nacional de San Martín; Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas de Argentina
  • Localización: Revista Rural & Urbano, ISSN-e 2525-6092, Vol. 6, Nº. 2, 2021, págs. 216-241
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • From ideal town to real town: rurality according to two NGOsaimingto rescue depopulated villages
    • Do vilarejo ideal ao vilarejo real: a ruralidade segundo duas ONGsao resgate de “vilarejos despovoados” argentinos
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      In the last few decades, small agglomerations of the Argentine humid pampas have grown into a matter of public interest. Frequently identified as “ghost towns” (due to their demographic decrease background), they have recently become sites of tourist and even migratory interest among urban dwellers. This paper focuses on the the assessments and actions of two NGOs from Buenos Aires city which have become public speakers against rural depopulation and which promote rural development projects involving tourism and urban-rural migration. I statethat these organizations interventions are aimed at confirming “structures of feeling”about rurality thatusually diverge from the assessments and dynamics of the rural dwellers themselves. In order to show this contrast, I describe the intervention of one of these NGOs in Villa Quintana, a small-sized railway town where identity revitalization projects proved to be difficult to sustain.

    • português

      As pequenas aglomerações rurais da pampa argentina têm virado, nas últimas décadas, objeto de interesse público. No começo dos anos 90, por causa do declínio demográfico, elas foram identificadas como “vilarejos fantasma”; na atualidade, porém, elas têm começado a receber uma denominação bem menos “gótica”: a de “vilarejos rurais”, virando foco de projetos envolvidos, principalmente, com o turismo rural.

      No presente trabalho indago, de um ponto de vista etnográfico, o trabalho de duas ONGs localizadas na cidade de Buenos Aires que visam revitalizar a vida econômica e comunitária desses pequenos vilarejos, com a expectativa de gerar neles um processo de repovoamento. No atual contexto de pandemia pelo covid-19, atores relacionados com ambas as instituições têm virado, mais do que nunca, porta-vozes públicos dos benefícios da emigração da cidade para o campo (geralmente identificando “a cidade” com a região metropolitana de Buenos Aires, onde os contágios pelo vírus têm sido maiores e a quarentena mais estrita).

      Ao longo do artigo, apresento duas hipóteses: em primeiro lugar, que, em suas ações concretas, as ONGs contribuam para construir uma imagem dos vilarejos de acordo com seus próprios ideais morais preexistentes; e, em segundo lugar, que as condições sociais dos povoadores originários desses “enclaves de virtude” ficam por fora das imagens e iniciativas promovidas publicamente.


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