Brasil
The use of Atillean manateesin Brazil has been registered since the county ́s colonization. The poaching of these animals is responsible for the populations ́size reduction and theirextinction in some areas, as part of the coast of Pernambucostate. In the past, communities in the citiesof Olinda and Recife used manateesas a source of food, being in this period the first main relationship between Pernambuco and manatees. The goal of this work is to reviseXica's trajectory and demonstrate the emotional link between manatees and theRecife community, linking memory, space and environment. At the beginning of the 20th century, people from Recife returned to have a strong relationship with manatees when some animals started to live in public squares and parks in the city. At this moment, society changes perception and begins to admire them at leisuretime. This cycle of captive animals and visitation lasted more than a century, beginning in 1909, when Chico arrived at “Praça da República”, and ended in 2015, when the visitation to animals onItamaracáIsland has finished. However, manatee remainsin the memory of PernambucoSociety. Xica is the most ever visitedmanatee. It hasbeen considered a “celebrity” and mascot of Recife
A ocorrência do peixe-boi marinho no Brasil é registrada desde o período da colonização do país. A caça desses animais ocasionou a redução do tamanho das populações e a extinção em algumas regiões, como parte do litoral de Pernambuco. No passado, as cidades de Olinda e Recife apontam que o uso do peixe-boi como fonte de alimento, podendo ser o motivo pela ausência de avistagem da espécie no litoral desses municípios. Essa teria sido a primeira principal relação entre recifenses e os peixes-bois. Após praticamente três séculos, os recifenses voltam a ter uma forte relação com os peixes-bois, quando animais passam a viver em tanques de praças e parques públicos da cidade. A sociedade começou a admirá-los em momentos de lazer, sendo uma atração das tardes dos domingos. Esse ciclo de animais cativos e visitação pelos pernambucanos e turistas de outras regiões durou mais de um século, com início em 1909, quando Chico chegou a Praça da República, e teve seu fechamento em 2015, mas permaneceu na Ilha de Itamaracá e na memória dos pernambucanos. Dentre os peixes-bois das praças, Xica, foi o mais visitado, tendo sido considerada uma “celebridade” e até mascote da cidade do Recife.
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