El lenguaje fotográfico ha mutado, y así también su discurso. La forma en la que hacemos fotos es impulsiva, instantánea, acelerada, no se toma el tiempo para la apreciación. Acumulamos de manera infinita, como quien acopia granos en un molino sin fondo, fotos y más fotos, ya no como un documento, sino como un testimonio de pertenencia. Estuve aquí, lo muestro en mis redes sociales, lo consumo ínfimos segundos, lo descarto, y continuo fotografiando. Nuestro pulgar puede tomar fotos y al mismo tiempo, puede deslizar imágenes sin detenernos siquiera a mirarlas en detalle. Las redes sociales han llevado la fotografía a su extremo más trivial. Somos adictos a la imagen, pero no la apreciamos. El compartir fotos es nuestro nuevo sistema de comunicación, nuestro lenguaje no verbal contemporáneo; pero ¿Qué queremos transmitir? ¿De qué hablamos cuando sacamos fo-tos? Este escrito pretende deconstruir algunas de las variables discursivas que propone el desafío de la generación de imágenes en la era del smartphone.
The language of photography has mutated, and so has its discourse. The way we take photos is impulsive, instantaneous, accelerated, doesn’t take the time for appreciation. We accumulate in an infinite way, like someone who collects grains in a bottomless mill, photos and more photos, no longer as a document, but as a testimony of belonging. I was here, I show it on my social networks, I consume it for a few seconds, I discard it, and I continue photographing. Our thumb can take photos and at the same time, it can swipe images without even stopping to look at them in detail. Social media has taken photography to its most trivial extreme. We are addicted to image, but we don’t appreciate it. Photo sharing is our new communication system, our contemporary non-verbal language; But what do we want to convey? What do we talk about when we take photos? This paper aims to deconstruct some of the discursive variables proposed by the challenge of image generation in the in the era of the smartphone.
A linguagem da fotografia sofreu mutações, assim como seu discurso. A forma como tiramos fotos é impulsiva, instantânea, acelerada, não leva tempo para apreciação. Acumulamos de forma infinita, como quem recolhe grãos em um moinho sem fundo, fotos e mais fotos, não mais como documento, mas como testemunho de pertencimento. Estive aqui, mostro nas minhas redes sociais, consumo por alguns segundos, descarto e continuo fotografando. Nosso polegar pode tirar fotos e, ao mesmo tempo, pode deslizar imagens sem nem parar para olhá-las em detalhes. As redes sociais levaram a fotografia ao seu extremo mais trivial. Somos viciados em imagem, mas não a apreciamos. O compartilhamento de fotos é nosso novo sistema de comunicação, nossa linguagem não verbal contemporânea; Mas o que queremos transmitir? Do que Do que falamos quando tiramos fotos? Este artigo tem como objetivo desconstruir algumas das variáveis discursivas propostas pelo desafio da geração de imagens na era do smartphone.
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