Los símbolos inscritos en la frontera Tijuana-San Diego encarnan las emociones de las sociedades que anhelan de manera permanente el espejismo del sueño americano. El arte urbano que se fija en el muro divisorio transgrede las convenciones sociales, su propósito no es halagar, por el contrario expone lo que muchos callan y enjuga las lágrimas de las víctimas de la frontera. Este artículo propone un análisis simbólico con el objetivo de deconstruir los argumentos de las manifestaciones visuales que se expresan en este territorio en disputa. Se acude al modelo de Hajar Yazdiha (2023) para disertar en torno a los constructos morales de la migración y sus complejos patrones de significado socio-cultural, los cuales producen el discurso de quienes se enfrentan a la frontera más restrictiva y transitada del mundo. Las imágenes en la frontera son activas, provocadoras y representan a las personas vulnerables en su relación asimétrica con el poder. En este escenario simbólico se confrontan diversas ideologías, una comunidad imaginada que segrega en oposición a una filosofía cosmopolita que desdibuja los límites.
Symbols inscribed on the Tijuana – San Diego border embody the emotions of societies that permanently pursuit the American dream. Street art that hangs on the wall transgresses social conventions, his purpose is not to flatter, on the opposite way it exposes what others dare not to say and wipes away the tears of the border victims. This article analyzes these symbols in order to deconstruct discourses of the actions that spontaneously manifest in this disputed territory.Hajar Yazdiha’s model (2023) is used to argue the moral constructs of migration that are built through complex patterns of socio-cultural meaning of those who face the most restrictive and busy border in the world.Border images are active and provocative, it exposes the emotions of vulnerable people in their asymmetric relationship with power. In this symbolic scenario opposite ideologies collides every single day; in one hand an imagined community that segregates, on the other a cosmopolitan philosophy that blurs the concept of borders.
Os símbolos inscritos na fronteira Tijuana-San Diego incorporam as emoções das sociedades que anseiam permanentemente pela miragem do sonho americano. A arte urbana que está fixada no muro divisório transgride as convenções sociais, seu propósito não é bajular, pelo contrário, expõe o que muitos permanecem em silêncio e enxuga as lágrimas das vítimas da fronteira. Este artigo propõe uma análise simbólica com o objetivo de desconstruir os argumentos das manifestações visuais que se expressam nesse território em disputa. O modelo de Hajar Yazdiha (2023) é utilizado para discutir os construtos morais da migração e seus complexos padrões de significado sociocultural, que produzem o discurso daqueles que enfrentam a fronteira mais restritiva e movimentada do mundo. As imagens na fronteira são ativas, provocativas e retratam pessoas vulneráveis em sua relação assimétrica com o poder. Nesse cenário simbólico, confrontam-se diferentes ideologias, uma comunidade imaginada que segrega em oposição a uma filosofia cosmopolita que borra as fronteiras.
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