Argentina
n este escrito nos proponemos recuperar desarrollos previos, dedicados al tema de “epistemología del diseño” y su articulación con nociones de “transdisciplina y complejidad”. En este caso el análisis está puesto en la productividad que ofrecen los “métodos para fijar creencias” descriptos por Charles Peirce -reinterpretados por Samaja como “métodos de producción de conocimiento-, para discutir la trama cognitivo-epistémica que organiza las prácticas proyectuales. Se postula que el diseño puede concebirse como el “para sí” del “en sí” de la actividad proyectual, entendido a esos términos en la línea en que fueron acuñados por la tradición dialéctica, es decir, como el paso de un saber en sí a un saber para sí (conceptual y operacional). Los métodos peircianos ofrecen un recurso útil para examinar ese recorrido en el campo de las prácticas de diseño, considerando los distintos planos definidos a partir de ellos: como saber intuitivo y corporizado, como saber por tradición e imitación, como saber reflexivo y conceptualizador y como saber operatorio o científico. Todos estos planos describen la complejidad que articula la adquisición, reproducción y transformación de los saberes en diseño.
In this paper we propose to recover previous developments, dedicated to the topic of “epistemology of design” and its articulation with notions of “transdisciplinary and complexity”. In this case, the analysis is focused on the productivity offered by the “methods for establishing beliefs” described by Charles Peirce – reinterpreted by Samaja as “methods of knowledge production” – to discuss the cognitive-epistemic plot that organizes project practices. It is postulated that design can be conceived as the “for itself ” of the “in itself ” of the project activity, understood in those terms in the line in which they were coined by the dialectical tradition, that is, as the passage of knowledge in itself to knowing for oneself (conceptual and operational). Peircian methods offer a useful resource to examine this journey in the field of design practices, considering the different levels defined from them: as intuitive and embodied knowledge, as knowledge by tradition and imitation, as reflective and conceptualizing knowledge and as operational or scientific knowledge. All these plans describe the complexity that articulates the acquisition, reproduction and transformation of knowledge in design.
Neste artigo propomos recuperar desenvolvimentos anteriores, dedicados ao tema da “epistemologia do design” e a sua articulação com noções de “transdisciplinaridade e complexidade”. Neste caso, a análise centra-se na produtividade oferecida pelos “métodos de estabelecimento de crenças” descritos por Charles Peirce – reinterpretados por Samaja como “métodos de produção de conhecimento” – para discutir a trama cognitivoepistêmica que organiza as práticas de projeto. Postula-se que o design pode ser concebido como o “para si” do “em si” da atividade projetual, entendido nesses termos na linha em que foram cunhados pela tradição dialética, ou seja, como a passagem do conhecimento em si ao conhecimento por si mesmo (conceitual e operacional). Os métodos peircianos oferecem um recurso útil para examinar esta jornada no campo das práticas de design, considerando os diferentes níveis a partir deles definidos: como conhecimento intuitivo e incorporado, como conhecimento por tradição e imitação, como conhecimento reflexivo e conceitualizante e como conhecimento operacional ou científico. Todos estes planos descrevem a complexidade que articula a aquisição, reprodução e transformação do conhecimento em design.
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