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O corpo coletivo na rua ajardinada: dimensões políticas e estéticas em estado de “pracialidade”

    1. [1] Universidade do Estado do Rio de Janeiro

      Universidade do Estado do Rio de Janeiro

      Brasil

  • Localización: Geograficidade, ISSN-e 2238-0205, Vol. 13, Nº. Extra 1, 2023 (Ejemplar dedicado a: Arte pública entre espaços, poesia e resistência), págs. 37-46
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • The collective body in a garden street: political and aesthetical dimensions in a state of “squareness
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      In analysis, the reminiscence of a vibrant investigative fi eld: the experience of action research in a staggered street in Mangueira, Rio de Janeiro. From the moving and indeterminate state of the bodies going up and down the platforms of Rua Icaraí, we created a space to be shared, allowing us to experience, in an aesthetic way, the insularity character that Mangueira presents. Accumulating waste was a reason for refl ection on defensiveness when facing the problem of garbage and encouraging the exchange of plant seedlings, painting the walls and producing urban furniture, for the creation of “Jardim da Tia Neuma”, in honor of the matriarch. The movements in fl uctuating and unstable temporalities of the group of artists in experimentation in dialogue with passers-by and residents instigate new ways of perceiving about what is living in favela spaces and what, from art, can be intensifi ed in forms of commonality.

    • português

      Em análise, a reminiscência de um campo de investigação vibrátil: a experiência da pesquisa ação em uma rua escalonada na Mangueira, no Rio de Janeiro. A partir do estado movente e indeterminado dos corpos em sobe/desce pelas plataformas da Rua Icaraí, geramos um espaço a ser compartilhado, nos permitindo vivenciar, de modo estético, o caráter de insularidade que a Mangueira apresenta. Dejetos em acúmulo foram motivo de refl exão sobre defensividade ao enfrentarmos o problema do lixo e a incentivar trocas de mudas de plantas, a pintar os muros e a produzir mobiliário urbano, na criação do “Jardim da Tia Neuma”, em homenagem à matriarca. Os movimentos em temporalidades fl utuantes e instáveis do grupo de artistas em experimentação em diálogo com os passantes e moradores instigam a novos modos de percepção sobre vivência em espaços da favela e sobre o que, a partir da arte, se pode intensifi car nas formas de comunalidade


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