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Mortalidade por causas relacionadas ao aborto no Brasil: declínio e desigualdades espaciais

    1. [1] Universidade Federal da Bahia

      Universidade Federal da Bahia

      Brasil

  • Localización: Revista Panamericana de Salud Pública = Pan American Journal of Public Health, ISSN-e 1680-5348, ISSN 1020-4989, Vol. 7, Nº. 3 (Marzo), 2000, págs. 168-172
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Abortion-related mortality in Brazil: decrease and spatial inequality
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      Abortion is not only a major cause of obstetric hospitalization in poor countries, but it also represents the failure of the public health system to provide enough information about contraceptive methods and thus prevent pregnancies. In Brazil, the high utilization rates of health facilities due to abortions reflect the ongoing difficulties with family planning and contraception. In addition, mortality resulting from abortions serves as an indicator of the quality of abortion procedures, an important point in a country where the practice is illegal and therefore done clandestinely. In this study, we analyzed the rates of mortality resulting from abortions among women 10 to 54 years old, including women who died from spontaneous and induced abortion, from 1980 to 1995, for the various regions of the country. The information we used came from the mortality data bank of the public health system of the Ministry of Health. Population data were obtained from the Brazilian Institute for Geography and Statistics. We studied 2 602 deaths, 15% of which were due to missed abortion, spontaneous abortion, or legally permitted induced abortion. The other 85% of the deaths were due to illegal induced abortions or to nonspecified abortions. The mortality rates from abortion-related causes have steadily decreased in all the regions of Brazil, but this improvement has been unevenly distributed in the country. The region with the smallest decrease in this rate (38% over 15 years) was the Northeast. The age of women dying from abortions progressively declined over the period studied.

    • português

      Além de constituir causa freqüente de internamentos obstétricos em países pobres, o aborto representa a incapacidade do sistema público de saúde de prover informação suficiente sobre métodos contraceptivos para prevenir gestações em vez de interrompê-las. No Brasil, as altas taxas de utilização de serviços de saúde por abortamentos refletem as dificuldades persistentes de contracepção e planejamento familiar. Além disso, a mortalidade por aborto serve como indicador da qualidade dos procedimentos abortivos, um ponto importante num país onde tal prática é ilegal e, portanto, clandestinamente realizada. No presente estudo, analisamos as taxas de mortalidade por causas relacionadas ao aborto entre mulheres de 10 a 54 anos de idade, incluindo aquelas que morreram por abortamentos espontâneos e provocados, de 1980 a 1995, segundo região de residência. As informações utilizadas foram obtidas do banco de dados sobre mortalidade do Sistema Único de Saúde — Ministério da Saúde. Dados sobre população foram obtidos junto à Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Estudaram-se 2 602 óbitos. Do total de óbitos, 15% foram devidos a aborto retido, aborto espontâneo e aborto induzido com indicação legalmente admitida. Oitenta e cinco por cento dos óbitos foram causados por aborto induzido sem indicação legalmente admitida e por aborto sem causa especificada. Os coeficientes de mortalidade por causas relacionadas ao aborto têm decrescido continuamente no Brasil, mas tais avanços têm-se distribuído desigualmente no país. A região que apresentou a menor queda na taxa (38% em 15 anos) foi o Nordeste. As mulheres que morreram por aborto tiveram uma média de idade decrescente no período estudado.


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