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Desvelando identidades: realismo e subjetividade em Rio-Paris-Rio, de Luciana Hidalgo

    1. [1] Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul

      Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul

      Brasil

  • Localización: Revista Investigações, ISSN-e 2175-294X, ISSN 0104-1320, Vol. 33, Nº. 1, 2020 (Ejemplar dedicado a: Revista Investigações - Teoria da Literatura), págs. 1-12
  • Idioma: portugués
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      El realismo ha impregnado la literatura brasileña durante mucho tiempo,  incluso asumiendo un carácter ideológico. El permanece en prosa contemporánea, pero presenta nuevos rostros. En Río-París-Río (2016),  existe una fuerte  persecución  de  identidad, tanto individual como colectiva, impulsada y basada en la memoria, reanudando no solo la trayectoria política del país sino también los recuerdos personales de los personajes. En este sentido, el realismoy la subjetividad se convierten en aliados en la elaboración de eventos históricos y de las personas involucradas. El silencio y el secreto son trascendidos por la fuerza de la herencia, de la memoria ineludible que contamina a todos.

    • English

      Realism  has  impregnated brazilian  literature  for  a  long  time,  assuming  ideological traces. It can still be found in contemporary prose, even if it has developed new features. In the book Rio-Paris-Rio(2016), there’s notable identitary persecution, in an individual and collectivelevel, fueled and grounded in the concept of memory, which resumes the countrie’s political trajectory as well as the character’s personal memories. In this sense, realism and subjectivity become allies in the reconstruction of historical events and it’s characters. Silence and secrets are  transcended  by  the  strength  of  heritage,  the  inescapable  memory  that  contaminates everyone.

    • português

      O realismo tem impregnado a literatura brasileira por muito tempo, assumindo, inclusive, um caráter ideológico. Ele permanece na prosa contemporânea, ainda que apresentando novas faces.  Em Rio-Paris-Rio (2016), há uma forte perseguição identitária, tanto individual quanto coletiva, impulsionada e fundamentada na memória, retomando não apenas a trajetória política do país como também as lembranças pessoais das personagens. Nesse sentido, o realismo e a subjetividade tornam-se aliados na elaboração dos acontecimentos históricos e dos sujeitos envolvidos. Silêncio e segredo são transcendidos pela força da herança, da inescapável memória que contamina a todos.


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