En el marco de los límites del ejercicio del “Ius puniendi” como manifestaciones legítimas para modular los excesos del poder público desproporcionado del Estado Constitucional de Derecho, nace una frontera supranacional de validez normativa que busca blindar los derechos fundamentales con una dimensión de obligaciones internacionales (positivas & negativas) que los “Estados Parte” deberán cumplir una vez ratificados los diversos instrumentos de protección internacional de los derechos humanos. Con el propósito de categorizar sistemáticamente la institución de la excepción de inconvencionalidad para procesos jurídicos más sostenibles, se hizo un análisis hermenéutico-histórico crítico, deduciendo de exámenes casuísticos para determinar su alcance dentro de los sistemas normativos internos; precisamente como una manifestación de garantía supralegal, que en el despliegue de las mismas paredes del bloque de constitucionalidad, nos permiten marcar unos criterios moduladores en la aplicación de las normas. Materialmente hablando, cuando las Altas Cortes han asumido una línea jurisprudencial con efecto de cosa juzgada constitucional absoluta, se presenta la imposibilidad tanto para los jueces como actores procesales de utilizar la excepción de inconstitucionalidad en las actuaciones públicas colombianas. No obstante, como última garantía de una tutela efectiva jurídica, en la que, aun cuando se haya declarado la constitucionalidad de las violaciones de derechos humanos, según el precedente multilateral disidente del órgano competente de los sistemas regionales de protección de derechos humanos, encontramos la excepción de inconvencionalidad.
Dentro da estrutura dos limites para o exercício do “ius puniendi” como medidas legítimas para conter o uso desproporcional dos poderes policiais, conforme consagrado no Estado de Direito, surgiu um limite normativo supranacional para salvaguardar os direitos fundamentais dos cidadãos. Tais limites estão sujeitos a obrigações internacionais (positivas e negativas) que os Estados Partes devem cumprir depois de ratificados. A fim de categorizar sistematicamente a exceção de inconvencionalidade para procedimentos jurídicos mais sustentáveis, foi feita uma análise histórica hermenêutica de exames casuísticos para determinar seu alcance nos sistemas normativos internos. Essa é precisamente uma amostra de garantia supralegal que nos permite definir alguns critérios moduladores na aplicação de regras de conformidade, empregando as mesmas condições do bloco de constitucionalidade. Especificamente, quando um tribunal superior adota uma linha de jurisprudência com o efeito de res judicata constitucional absoluta, torna-se impossível tanto para os juízes quanto para os atores processuais recorrer à exceção de inconstitucionalidade nos processos públicos colombianos. No entanto, consideramos a exceção de inconvencionalidade como a última garantia de proteção legal efetiva, mesmo quando a constitucionalidade das violações de direitos humanos tenha sido declarada, de acordo com o precedente multilateral divergente do órgão competente nos sistemas regionais de proteção de direitos humanos.
Within the framework of the boundaries to the exercise of “ius puniendi” as legitimate measures to keep at bay disproportionate use of police powers, as enshrined in the rule of law, a normative supranational boundary has emerged to safeguard citizens’ fundamental rights. Such boundaries are subject to international (positive & negative) obligations that States parties must abide by once ratified. In order to categorize systematically the exception of unconventionality for more sustainable legal proceedings, a hermeneutical historical-analysis was done of case-by-case examinations to determine its reach in internal normative systems. This is a sample of supralegal guarantee that allows us to set some modulating criteria in the application of rules in compliance by deploying the same conditions of the constitutionality block. Specifically, when a high-court has adopted a line of jurisprudence with the effect of absolute constitutional res judicata, it becomes impossible for both judges and procedural actors to resort to exception of unconstitutionality in Colombian public proceedings. However, we find the exception of unconventionality as the last guarantee of effective legal protection, even when the constitutionality of human rights violations has been declared, according to the dissenting multilateral precedent of the competent body in regional human rights protection systems.
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