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A critical review and comparison of two new, posthumously published, Odyssey-editions

    1. [1] University of Verona

      University of Verona

      Verona, Italia

  • Localización: Humanitas: Revista do Instituto de Estudos Clássicos, ISSN 0871-1569, Nº. 83, 2024, págs. 9-28
  • Idioma: inglés
  • Títulos paralelos:
    • Revisão crítica e comparativa de duas novas edições da Odisseia
  • Enlaces
  • Resumen
    • português

      Neste artigo estabelece-se uma comparação entre duas edições da Odisseia publicadas por Martin West (2017) e Helmut Van Thiel (2021). Ciente da impossibilidade de tratar cada questão de forma detalhada (discutir cada peculiaridade linguística ou salientar cada opção editorial poderia redundar numa tentativa de reescrever a Grammaire homérique ou de reeditar o próprio texto homérico), reconheço também a inviabilidade de concitar toda a produção bibliográfica existente. Assim, abordarei parcimoniosamente alguns trabalhos e edições, sabendo, porém, que existem outras edições, comentários, artigos e gramáticas consignados ao épico grego. No entanto, ao trazê-los à colação arriscaria tornar este artigo demasiado extenso. Num primeiro momento, sintetizo os critérios editoriais que pautam as duas edições, teço algumas observações gerais sobre aquilo que as distingue e discuto um conjunto seletivo de passagens divergentes mais pormenorizadamente: o caso de um verso que estava em falta e/ou foi acrescentado (dependendo da decisão tomada) nos manuscritos; três casos nos quais a introdução de duas expressões metricamente equivalentes foram atestadas nos manuscritos; duas observações que incidem sobre o modo através do qual o alfabeto mais antigo pode ter influenciado ou tornado opaco o modo ou o aspeto; uma passagem em que uma forma verbal foi atestada duas vezes tanto no aoristo quanto no imperfeito; dois casos em que se transmitiram dois modos diferentes, que poderiam lançar nova luz sobre a sintaxe histórica do grego (ponto em que West e Van Thiel divergiram) e, por fim, duas passagens nas quais a partícula modal foi usada de uma maneira um tanto ou quanto inesperada.

    • English

      In this article, I will compare two new, posthumously published, Odyssey-editions, that by Martin West (2017) and Helmut Van Thiel (2021). I cannot delve into every issue in detail (discussing every linguistic peculiarity underlying each editorial choice would be tantamount to rewriting the Grammaire homérique or to reediting the text myself), nor is it possible to reference each and every work on the problems discussed here. I therefore only sparingly refer to other works and editions (there are obviously also other useful editions, commentaries, articles and grammars dealing with (epic) Greek, but citing them all would make the article surpass the acceptable limits). I first summarise both editors’ guiding principles, make some general observations on the differences between the editions, and then discuss some differing passages in more detail: the augment and more specifically its absence or presence, 1 instance of a verse that was missing and/or added (depending on the standpoint one takes) in the manuscripts, 3 instances in which 2 different metrically equivalent speech introduction formulae were both attested in the manuscripts, 2 observations on how the oldest alphabet could have influenced or obscured the exact mood or aspect, a passage in which one verb form was twice attested both in the aorist and in the imperfect, 2 instances in which two different moods were transmitted and that could shed some noteworthy new light on the historical syntax of Greek (and in which West and Van Thiel differed), and finally 2 passages in which the modal particle was used in a rather unexpected manner.


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